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As mulheres podem ser presidentes de qualquer país do Mundo

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O artigo sustenta que a possibilidade de uma mulher exercer a presidência não é apenas uma questão de capacidade governativa, mas um problema de reconhecimento, justiça social e igualdade de género, ainda marcado por exclusões históricas e pela persistência de estereótipos. Reitera-se que, apesar de existirem exemplos consolidados — como Argentina, Brasil, Chile e Alemanha — a representação feminina continua condicionada por barreiras estruturais que opõem “emoção” a “racionalidade”, ecoando críticas como as de Simone de Beauvoir. Valoriza-se a liderança de Angela Merkel e Jacinda Ardern para evidenciar a capacidade das mulheres e a relevância de perspetivas mais inclusivas perante desafios contemporâneos, incluindo desigualdades sociais e alterações climáticas. O texto conclui com um apelo à rejeição de discursos que deslegitimam a participação das mulheres na política e à confiança na sua legitimidade para ocupar cargos de liderança, evocando A Política da Presença e a discussão pública em torno de Kamala Harris.

Descrição

Palavras-chave

Diário As Beiras Artigo de opinião Estereótipos

Contexto Educativo

Citação

Alves, F. (2024, julho 27). As mulheres podem ser presidentes de qualquer país do Mundo. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-as-mulheres-podem-ser-presidentes-de-qualquer-pais-do-mundo/

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