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Entre a memória e a realidade: o “Mito Fundador” do Holocausto e a União Europeia do Século XXI

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A União Europeia, ao adotar o Holocausto como o seu “mito fundador”, pretendeu consolidar uma identidade supranacional baseada nos valores de paz, direitos humanos e democracia, esperando que estes ideais fossem amplamente aceites por todos os seus Estados-Membros. No entanto, a Europa contemporânea é marcada pelo aumento do extremismo de direita, do antissemitismo e dos crimes de ódio. A discrepância entre os princípios simbólicos da memória do Holocausto e as realidades políticas e sociais atuais suscita dúvidas sobre a eficácia desta narrativa como meio para promover a união e a paz no espaço europeu.
The European Union, by adopting the Holocaust as its “founding myth,” sought to consolidate a supranational identity based on the values of peace, human rights, and democracy, with the expectation that these ideals would be widely accepted by all its Member States. However, contemporary Europe is marked by the rise of right-wing extremism, antisemitism, and hate crimes. The discrepancy between the symbolic principles of Holocaust memory and current political and social realities raises doubts about the effectiveness of this narrative as a means to promote unity and peace within the European space.

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Palavras-chave

União Europeia Memória coletiva Holocausto Direitos humanos European Union Collective memory Holocaust Human tights

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