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Orientador(es)
Resumo(s)
Os crescentes impactos das alterações climáticas irão resultar, num futuro próximo, num aumento na morbilidade associada a algumas doenças sensíveis ao clima, como as doenças vetoriais. As temperaturas mais elevadas, as mudanças na precipitação e as mudanças na variabilidade climática podem alterar as fronteiras ou os limites geográficos e a sazonalidade da transmissão das doenças infeciosas transmitidas por vetores. Este artigo avalia o impacto que a alterações climáticas terão no aumento das doenças transmitidas por vetores na região de Coimbra, no centro de Portugal. Os dados obtidos apontam para um aumento de morbilidade de determinadas doenças sensíveis ao clima, como por exemplo as doenças infeciosas transmitidas por vetores, em particular, as doenças transmitidas por mosquitos, flebótomos e carraças, bem como a malária, o dengue, a doença de Lyme, com potencial importância na região de Coimbra. A Malária é uma doença endémica do passado na região, e associada aos campos de arroz e à área estuarina da bacia do Mondego, sendo a temperaturas elevadas muito favorável para a sua propagação, constituindo-se um risco futuro. Neste contexto, são necessárias medidas de adaptação, de carácter essencialmente preventivo e intersetorial.
Descrição
Palavras-chave
Alterações climáticas Doenças transmitidas por vetores Saúde humana
Contexto Educativo
Citação
Alves, F., Leal, C., & Vidal, D. (2023). Doenças transmitidas por vetores num contexto de alterações climáticas: Antecipando riscos para uma melhor preparação dos territórios. Estudo de caso da região de Coimbra, Portugal. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar, 4(10). https://doi.org/10.47820/recima21.v4i10.4181
Editora
RECIMA21
