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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A criação de uma moeda única, o EURO, para alguns dos países da Europa, constituiu um
marco histórico das últimas décadas.
A concretização da União Económica e Monetária era condição fundamental de um mercado
sem fronteiras, mas este alargamento veio provocar profundas alterações em certos ramos de
actividade, e consequentemente, na estrutura económico-financeira das empresas.
A natureza deste impacto veio gerar consequências de vária ordem, nomeadamente
estratégicas, comerciais, financeiras, contabilísticas, informáticas e jurídicas.
Neste contexto, os gestores tiveram que se mentalizar que estavam perante uma nova
realidade, e que teriam que adoptar estratégias no sentido de que a adopção do EURO não
seria uma ameaça, mas sim uma excelente oportunidade.
A redenominação e o cumprimento dos capitais sociais mínimos foram duas das implicações
da introdução do EURO para as sociedades portuguesas, levando-as assim a ficar mais
próximo das suas irmãs europeias. Mostramos, através de um estudo empírico limitado, como
as nossas empresas se adaptaram e puseram em prática esta nova realidade
Descrição
Dissertação de Mestrado em Contabilidade e Finanças Empresariais apresentada à Universidade Aberta
Palavras-chave
Economia União monetária Gestão de empresas Mercados financeiros Política monetária Contabilidade Euro
Contexto Educativo
Citação
Maio, Mário Alberto Nunes - As implicações da introdução do Euro [Em linha]. Aveiro : [s.n.], 2005. 113 p.
