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Resumo(s)
Este artigo aborda uma faceta estruturante do discurso político de legitimação no antigo Egipto, a saber, a definição do protocolo faraónico. O comportamento ideologicamente traçado para o faraó egípcio foi o resultado de multisseculares concepções e actuações em que o rei é o garante da ordem universal e os seus nomes e títulos protocolares são expressões actuantes desse seu papel cósmico-social.
Ao considerarmos as fórmulas protocolares usadas pela realeza egípcia ao longo dos séculos, além de atestarmos as várias formas e possibilidades experimentadas e assumidas pelo discurso de legitimação no Egipto antigo, estamos também a verificar as modificações e alterações que as conjunturas históricas foram suscitando e introduzindo.
Descrição
Palavras-chave
Egiptologia Titulatura Legitimação do poder
Contexto Educativo
Citação
Sales, José das Candeias - Prodígios e presságios como marcas da sobrenaturalidade de um herói predestinado : o caso de Alexandre Magno. "Cadmo [Em linha]: Revista de história antiga". ISSN 0871-9257. Vol. 15 (2005), p. 71-104
