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O poder de nomear a obra literária: ainda o caso da falsa "loira"

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Este artigo parte de um episódio ocorrido durante o ano de 1958 entre Joel Serrão e Jorge de Sena a propósito da falsificação de um poema de Cesário Verde, versando sobre a problemática da atribuição e, neste contexto, questiona o valor estético e ético, a teoria do estilo e o coeficiente tempo, de relevância na história da instituição artística, procurando a determinação dos níveis controláveis por um falsário eficiente e os que lhe escapam. O sentido e o valor da obra de arte relacionam-se quer com a especificidade do juízo estético quer com a história social e com a sociologia das condições da constituição da atitude estética. Estabelece-se a ligação da literatura com as instâncias de poder, determinante na compreensão da forma de relação com a obra e com a atribuição do valor estético. .

Descrição

Palavras-chave

Cesário Verde Poesia moderna Falsificação Atribuição

Contexto Educativo

Citação

Sequeira, Rosa Maria, 1998, “O poder de nomear a obra literária: ainda o caso da falsa ‘Loira’” in Maria José Ferro Tavares (org.), Poder e Sociedade, vol. II, Lisboa: Universidade Aberta, pp. 471-485. ISBN: 972-674-243-X

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