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Extensão do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra na Universidade Aberta | Revistas / Journals

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  • A loucura do século XXI
    Publication . Alves, Fátima
    Vivemos num mundo onde o sofrimento psíquico se tornou banal. Ansiedade, depressão, exaustão. Chamam-lhe a epidemia silenciosa do século XXI, mas será mesmo silenciosa? Ou estaremos todos a gritar por dentro, tentando sobreviver num sistema que nos consome? É esta a reflexão de Fátima Alves, coordenadora e investigadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no Diário As Beiras desta semana. O que nos está a adoecer? Não é só o ritmo acelerado, a precariedade ou o isolamento. É a erosão dos laços sociais, a normalização da instabilidade emocional, a ilusão de que basta um comprimido ou uma app de meditação para suportar jornadas de trabalho insanas. E a natureza? Dizem que um passeio ao ar livre ajuda, mas como falar dos benefícios da natureza enquanto continuamos a destruí-la? A loucura já não está nos asilos. Está no quotidiano. Está nos líderes que acumulam poder enquanto nos empurram para o abismo. Está na destruição dos ecossistemas que nos sustentam. Está num mundo que já não distingue delírio de estratégia, caos de progresso. Há saída? Talvez a verdadeira sanidade seja resistir. Construir comunidades que cuidam, que nos devolvam o essencial: conexão, humanidade, equilíbrio com a natureza.
  • As novas máscaras do medo e a coragem de mudar
    Publication . Alves, Fátima
    A coragem de mudar começa com a ação! O recente artigo de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, publicado no Diário As Beiras, aborda a crescente normalização dos abusos e da passividade, sendo através da coragem de agir e resistir - especialmente em pequenas acções quotidianas - que a transformação se torna possível. Em tempos de desilusão e silenciamento, a coletividade da coragem emerge como a força necessária para fortalecer os valores democráticos e impulsionar um futuro mais justo e consciente.
  • Sobre os sujeitos da crise ecológica, ou como começar de novo
    Publication . Alves, Fátima
    Na sua mais recente crónica, a investigadora e coordenadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, Fátima Alves, convida-nos a repensar profundamente os alicerces das ciências ambientais e das ciências sociais perante a crise ecológica. Com a sensibilidade de quem escuta o mundo mais-que-humano não como cenário, mas como sujeito, a autora escreve sobre as ausências que falam, sobre os saberes que escapam às grades da ciência hegemónica, e sobre o imperativo ético de construir um conhecimento comprometido com a regeneração da vida. Este texto assume-se, desta forma, como um manifesto. A uma ciência mais humilde, mais relacional, mais atenta às vozes silenciadas, humanas e não humanas. A uma viragem epistemológica que nos desafia a escutar territórios como redes de interdependência, zonas de tensão e mundos partilhados. Ler este texto é aceitar o convite para imaginar, com seriedade, novos começos. Para abrir espaço, inclusive nos nossos métodos, à escuta dos ciclos da água, das pedras, das florestas e dos peixes. Como comunicar com aquilo que não fala a nossa língua? Como construir conhecimento sem dominar, sem colonizar, sem silenciar? Um texto necessário, lúcido e comovente.
  • Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se
    Publication . Alves, Fátima
    Num tempo em que os automatismos se impõem como sinónimo de progresso, o mais pequeno bloqueio revela o que muitos não querem ver: a precariedade escondida sob o funcionamento "normal" das instituições. É este o mote que dá corpo à reflexão de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no seu mais recente artigo de opinião publicado no Diário As Beiras, que convida à análise sobre o funcionamento (ou disfuncionamento) da máquina social, administrativa e política. Uma leitura breve, mas certeira.
  • Entre a apologia da ignorância, as fake news e a insegurança
    Publication . Alves, Fátima
    No dia 26 de julho de 2025, foi publicado no Diário As Beiras mais um artigo de opinião assinado por Fátima Alves*. Num registo comprometido, a autora faz da escrita um momento de reflexão crítica, ética e política, interpelando as contradições do nosso tempo e denunciando os mecanismos, explícitos e velados, de dominação e manipulação que marcam a sociedade contemporânea. Da perversidade de uma escassez apresentada como virtude moral à degradação da democracia nutrida pelo medo e pela desinformação, o texto traça um retrato incisivo de um presente em que os direitos conquistados são sistematicamente postos em causa, a violência se normaliza e o debate democrático cede lugar ao ruído e ao espetáculo. Neste cenário de desagregação ética e de erosão das bases da convivência democrática, a autora afirma a urgência da crítica e da imaginação utópica como formas de reconstrução de um horizonte comum. A palavra, aqui, não é apenas de denúncia, é um ato de coragem e esperança.
  • O mundo como marioneta dos ultra-ricos para onde caminhamos?
    Publication . Alves, Fátima
    No artigo "O mundo como marioneta dos ultra-ricos: para onde caminhamos?", publicadp no Diário As Beiras, Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet , Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal analisa criticamente as dinâmicas de poder e desigualdade que moldam o nosso presente e futuro. Como os interesses de uma pequena elite influenciam decisões globais e limitam alternativas para um mundo mais justo e sustentável? Uma reflexão urgente sobre os desafios que enfrentamos enquanto sociedade. Vale a pena ler e debater!
  • 2025, o ano em que a democracia se vê ao espelho
    Publication . Alves, Fátima
    Opinião essencial para refletirmos sobre 2025 e o futuro da democracia. Leia o mais recente artigo de Fátima Alves no Diário As Beiras “2025, o ano em que a democracia se vê ao espelho" — uma análise crítica e necessária sobre os desafios que a nossa democracia enfrenta, desde a normalização de discursos de ódio até à erosão de direitos conquistados ao longo de décadas. Num momento em que as desigualdades sociais, as tensões políticas e a fragilidade de direitos fundamentais ganham relevo, este texto convida-nos a pensar como cidadãos e cidadãs vigilantes e ativos, e a recusar respostas fáceis que ameaçam o tecido democrático.
  • Somos natureza, mas agimos como se não fossemos
    Publication . Alves, Fátima
    Somos natureza, mas agimos como se não fôssemos”, de Fátima Alves, publicado no jornal Diário As Beiras, é um convite claro a reaprendermos a habitar o mundo. Num tempo em que a crise ecológica se faz sentir na saúde, na economia e no quotidiano, o texto lembra-nos algo essencial: não estamos fora da natureza — somos parte dela. Com uma escrita lúcida e envolvente, Fátima Alves desmonta a falsa fronteira entre “humanos” e “ambiente” e propõe um outro horizonte: o do cuidado, da corresponsabilidade e da justiça entre gerações. O artigo desafia-nos a trocar a lógica do extrativismo por uma ética de interdependência, onde conhecimento científico, saberes locais e políticas públicas cooperam para proteger a vida em todas as suas formas. Ao longo do texto, sobressaem três apelos concretos: Cuidar do território como quem cuida de casa — da água aos solos, da biodiversidade às cidades, alinhando decisões individuais com o bem comum. Transformar políticas em práticas, com participação cidadã, transparência e avaliação, para que as promessas de sustentabilidade ganhem realidade. Reencantar o quotidiano, aproximando escolas, serviços de saúde, comunidades e instituições culturais, para que a transição ecológica seja justa, inclusiva e vivida no dia a dia. Este é um texto para ler devagar e partilhar: uma chamada à ação serena, feita de gestos possíveis — reduzir, restaurar, regenerar — e de um compromisso renovado com a Terra que nos sustenta.
  • Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro
    Publication . Alves, Fátima
    No dia 18 de outubrode 2025, foi publicado no Diário As Beiras mais um artigo de opinião assinado por Fátima Alves*: “Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro”. O texto é um convite a reaprender a habitar o mundo, lembrando que o dinheiro é público e que governar localmente é cuidar da casa comum com critério, visão e transparência. Defende-se a necessidade de estratégias estruturais para enfrentar as alterações climáticas, as desigualdades territoriais e a erosão do sentido comunitário, incorporando ordenamento do território, regeneração ecológica e envolvimento das populações na prevenção e no restauro da paisagem. Sublinha-se, ainda, que políticas eficazes exigem conhecer como as pessoas se relacionam com a natureza (perceções, valores, práticas) e que o poder local tem o duplo desafio de reconhecer a diversidade dos territórios e identificar as falhas das políticas quando ignoram nuances socioculturais e económicas. A atração e fixação de jovens surge como condição de futuro, imaginando territórios vivos que acolham inovação, agricultura regenerativa, artes e investigação transdisciplinar.
  • Entre a negação e a naturalização do colapso ecológico
    Publication . Alves, Fátima
    No texto intitulado "Entre a negação e a naturalização do colapso ecológico", publicado no Diário As Beiras, Fátima Alves, investigadora e coordenadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, reflete sobre as narrativas dominantes que tentam mascarar ou normalizar o colapso ambiental em curso. Uma leitura essencial para quem quer questionar os discursos instalados e abrir caminhos para a mudança.