CIAC | Capítulos/artigos em livros nacionais / Boock chapters/papers in national books
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- Dos jogos sérios à arte digital: artefactos, espaços e estratégiasPublication . Veiga, Pedro Alves da; Carvalhais, Miguel; Ribas, Luísa
- Projeto INVITRO: no caminho da democratização e da transdisciplinaridade entre artefactos, experiências e pensamento criativoPublication . Marcos, Adérito; Pereira, Selma; Tavares, Nogueira Mirian; Albio Moreira de Sales, JoséO projeto INVITRO, ou simplesmente INVITRO, foi lançado como um centro transdisciplinar no cruzamento entre arte, tecnologia e ciência, assumindo como foco primordial a investigação, desenvolvimento e experimentação baseada na criação e desenvolvimento de artefatos (tecnológicos digitais e híbridos); tendo tido como fundadores a Universidade Aberta de Portugal, o CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação da Universidade do Algarve, Portugal e a Artech-Int – Associação Internacional de Arte Computacional. O INVITRO visa estabelecer práticas de democracia cognitiva, abrindo janelas (invitros) entre e com as disciplinas, conhecimento, pensamento crítico e criativo, em torno do processo de criação digital de índole artística e experimental de artefatos, enquanto abarca outras dimensões humanas como a espiritualidade, o divertimento e a emotividade.
- Temporalidade performativa: a arte generativa enquanto poética e prática investigativa da memória multimodalPublication . Veiga, Pedro Alves da; Fechine, Ingrid; Carrega, Jorge; Araújo, DenizeEste artigo propõe o enquadramento da arte generativa – que não a produção baseada em inteligência artificial generativa – enquanto território expandido de criação e investigação, com a temporalidade assumindo uma dimensão performativa. Visa, assim, apresentar referenciais teóricos para a criação artística multimédia baseada em código, e respetivas práticas e discursos, no cruzamento entre estética, tecnologia e memória. Discute-se o potencial da arte generativa para ressignificar os modos de criação, memória e experiência temporal, focando a dimensão poética do algoritmo, enquanto meio expressivo, técnico e artístico. Introduz-se o conceito de memória algorítmica multimodal, nele enquadrando os algoritmos que produzem fluxos de gerações e recombinações de imagens, textos e sons em tempo real. Estes algoritmos darão origem a performances efémeras, distintas, reconfiguráveis e contextualmente situáveis, funcionando como arquivos dinâmicos, recombinando memória (passado), cognição e sensorialidade (presente) e potencial (futuro). Estas criações não se apresentam como artefactos finalizados, e sim como processos cuja revelação se realiza a cada nova execução do código, em contínuo, com a temporalidade assumindo uma natureza performativa. Ao privilegiar o processo sobre o artefacto, estas práticas expandem os limites entre arte, tecnologia, percepção e cognição, potenciando experiências relacionais, fluidas e disruptoras.
