Extensão do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra na Universidade Aberta | Revistas / Journals
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Percorrer Extensão do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra na Universidade Aberta | Revistas / Journals por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Ciências Sociais"
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- 2025, o ano em que a democracia se vê ao espelhoPublication . Alves, FátimaOpinião essencial para refletirmos sobre 2025 e o futuro da democracia. Leia o mais recente artigo de Fátima Alves no Diário As Beiras “2025, o ano em que a democracia se vê ao espelho" — uma análise crítica e necessária sobre os desafios que a nossa democracia enfrenta, desde a normalização de discursos de ódio até à erosão de direitos conquistados ao longo de décadas. Num momento em que as desigualdades sociais, as tensões políticas e a fragilidade de direitos fundamentais ganham relevo, este texto convida-nos a pensar como cidadãos e cidadãs vigilantes e ativos, e a recusar respostas fáceis que ameaçam o tecido democrático.
- Entre a apologia da ignorância, as fake news e a insegurançaPublication . Alves, FátimaNo dia 26 de julho de 2025, foi publicado no Diário As Beiras mais um artigo de opinião assinado por Fátima Alves*. Num registo comprometido, a autora faz da escrita um momento de reflexão crítica, ética e política, interpelando as contradições do nosso tempo e denunciando os mecanismos, explícitos e velados, de dominação e manipulação que marcam a sociedade contemporânea. Da perversidade de uma escassez apresentada como virtude moral à degradação da democracia nutrida pelo medo e pela desinformação, o texto traça um retrato incisivo de um presente em que os direitos conquistados são sistematicamente postos em causa, a violência se normaliza e o debate democrático cede lugar ao ruído e ao espetáculo. Neste cenário de desagregação ética e de erosão das bases da convivência democrática, a autora afirma a urgência da crítica e da imaginação utópica como formas de reconstrução de um horizonte comum. A palavra, aqui, não é apenas de denúncia, é um ato de coragem e esperança.
- Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer!Publication . Alves, FátimaNo seu mais recente artigo de opinião, intitulado «Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer», Fátima Alves parte da imagem de um pequeno bosque de carvalhos abatido para dar lugar a painéis solares para interrogar o modo como a transição energética está a ser conduzida em Portugal. A questão que coloca é simples e incómoda: que energia pode ser verdadeiramente “limpa” quando destrói a pouca floresta autóctone que ainda existe e quando decisões com forte impacto ecológico e social são tomadas em nosso nome, sem participação efetiva das comunidades? A autora recusa a ideia de que a crise ecológica seja um destino inevitável ou uma espécie de castigo natural. Pelo contrário, sublinha que se trata do resultado de décadas de opções políticas e económicas que trataram a natureza como depósito inesgotável e as pessoas como mão-de-obra descartável. Exemplos como a autorização da chegada de elefantes em fim de vida a ecossistemas onde não pertencem, ou a expansão da agricultura intensiva em áreas protegidas, são apresentados como decisões alinhadas com interesses muito concretos, que fragilizam territórios e formas de vida. Ao longo do texto, Fátima Alves* critica também a retórica dos “sacrifícios necessários” em nome do progresso. Pergunta de quem são, afinal, esses sacrifícios: das populações rurais cada vez mais isoladas, dos jovens empurrados para vidas precárias, dos trabalhadores que veem a saúde e a educação públicas encolherem, ou dos migrantes transformados em bode expiatório de problemas que não criaram. A ideia de que “não há alternativa” é analisada como mecanismo que normaliza desigualdades, legitima destruição e oculta quem beneficia deste modelo. Outro eixo central da reflexão é a normalização quotidiana de discursos autoritários e xenófobos por parte de setores da classe política e dos meios de comunicação social. Ao oferecer explicações fáceis para problemas complexos, estes discursos desviam o olhar dos verdadeiros centros de decisão e contribuem para desresponsabilizar quem lucra com o desordenamento territorial, a precariedade laboral e a exploração intensiva da natureza.
- Entre a negação e a naturalização do colapso ecológicoPublication . Alves, FátimaNo texto intitulado "Entre a negação e a naturalização do colapso ecológico", publicado no Diário As Beiras, Fátima Alves, investigadora e coordenadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, reflete sobre as narrativas dominantes que tentam mascarar ou normalizar o colapso ambiental em curso. Uma leitura essencial para quem quer questionar os discursos instalados e abrir caminhos para a mudança.
- A loucura do século XXIPublication . Alves, FátimaVivemos num mundo onde o sofrimento psíquico se tornou banal. Ansiedade, depressão, exaustão. Chamam-lhe a epidemia silenciosa do século XXI, mas será mesmo silenciosa? Ou estaremos todos a gritar por dentro, tentando sobreviver num sistema que nos consome? É esta a reflexão de Fátima Alves, coordenadora e investigadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no Diário As Beiras desta semana. O que nos está a adoecer? Não é só o ritmo acelerado, a precariedade ou o isolamento. É a erosão dos laços sociais, a normalização da instabilidade emocional, a ilusão de que basta um comprimido ou uma app de meditação para suportar jornadas de trabalho insanas. E a natureza? Dizem que um passeio ao ar livre ajuda, mas como falar dos benefícios da natureza enquanto continuamos a destruí-la? A loucura já não está nos asilos. Está no quotidiano. Está nos líderes que acumulam poder enquanto nos empurram para o abismo. Está na destruição dos ecossistemas que nos sustentam. Está num mundo que já não distingue delírio de estratégia, caos de progresso. Há saída? Talvez a verdadeira sanidade seja resistir. Construir comunidades que cuidam, que nos devolvam o essencial: conexão, humanidade, equilíbrio com a natureza.
- O mundo como marioneta dos ultra-ricos para onde caminhamos?Publication . Alves, FátimaNo artigo "O mundo como marioneta dos ultra-ricos: para onde caminhamos?", publicadp no Diário As Beiras, Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet , Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal analisa criticamente as dinâmicas de poder e desigualdade que moldam o nosso presente e futuro. Como os interesses de uma pequena elite influenciam decisões globais e limitam alternativas para um mundo mais justo e sustentável? Uma reflexão urgente sobre os desafios que enfrentamos enquanto sociedade. Vale a pena ler e debater!
- As novas máscaras do medo e a coragem de mudarPublication . Alves, FátimaA coragem de mudar começa com a ação! O recente artigo de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, publicado no Diário As Beiras, aborda a crescente normalização dos abusos e da passividade, sendo através da coragem de agir e resistir - especialmente em pequenas acções quotidianas - que a transformação se torna possível. Em tempos de desilusão e silenciamento, a coletividade da coragem emerge como a força necessária para fortalecer os valores democráticos e impulsionar um futuro mais justo e consciente.
- Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-sePublication . Alves, FátimaNum tempo em que os automatismos se impõem como sinónimo de progresso, o mais pequeno bloqueio revela o que muitos não querem ver: a precariedade escondida sob o funcionamento "normal" das instituições. É este o mote que dá corpo à reflexão de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no seu mais recente artigo de opinião publicado no Diário As Beiras, que convida à análise sobre o funcionamento (ou disfuncionamento) da máquina social, administrativa e política. Uma leitura breve, mas certeira.
- Sobre os sujeitos da crise ecológica, ou como começar de novoPublication . Alves, FátimaNa sua mais recente crónica, a investigadora e coordenadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, Fátima Alves, convida-nos a repensar profundamente os alicerces das ciências ambientais e das ciências sociais perante a crise ecológica. Com a sensibilidade de quem escuta o mundo mais-que-humano não como cenário, mas como sujeito, a autora escreve sobre as ausências que falam, sobre os saberes que escapam às grades da ciência hegemónica, e sobre o imperativo ético de construir um conhecimento comprometido com a regeneração da vida. Este texto assume-se, desta forma, como um manifesto. A uma ciência mais humilde, mais relacional, mais atenta às vozes silenciadas, humanas e não humanas. A uma viragem epistemológica que nos desafia a escutar territórios como redes de interdependência, zonas de tensão e mundos partilhados. Ler este texto é aceitar o convite para imaginar, com seriedade, novos começos. Para abrir espaço, inclusive nos nossos métodos, à escuta dos ciclos da água, das pedras, das florestas e dos peixes. Como comunicar com aquilo que não fala a nossa língua? Como construir conhecimento sem dominar, sem colonizar, sem silenciar? Um texto necessário, lúcido e comovente.
- Somos natureza, mas agimos como se não fossemosPublication . Alves, FátimaSomos natureza, mas agimos como se não fôssemos”, de Fátima Alves, publicado no jornal Diário As Beiras, é um convite claro a reaprendermos a habitar o mundo. Num tempo em que a crise ecológica se faz sentir na saúde, na economia e no quotidiano, o texto lembra-nos algo essencial: não estamos fora da natureza — somos parte dela. Com uma escrita lúcida e envolvente, Fátima Alves desmonta a falsa fronteira entre “humanos” e “ambiente” e propõe um outro horizonte: o do cuidado, da corresponsabilidade e da justiça entre gerações. O artigo desafia-nos a trocar a lógica do extrativismo por uma ética de interdependência, onde conhecimento científico, saberes locais e políticas públicas cooperam para proteger a vida em todas as suas formas. Ao longo do texto, sobressaem três apelos concretos: Cuidar do território como quem cuida de casa — da água aos solos, da biodiversidade às cidades, alinhando decisões individuais com o bem comum. Transformar políticas em práticas, com participação cidadã, transparência e avaliação, para que as promessas de sustentabilidade ganhem realidade. Reencantar o quotidiano, aproximando escolas, serviços de saúde, comunidades e instituições culturais, para que a transição ecológica seja justa, inclusiva e vivida no dia a dia. Este é um texto para ler devagar e partilhar: uma chamada à ação serena, feita de gestos possíveis — reduzir, restaurar, regenerar — e de um compromisso renovado com a Terra que nos sustenta.
