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- Carlos Ribeiro (1813–1882) e os reconhecimentos geológicos e hidrogeológicos realizados no âmbito do abastecimento de água a Lisboa, a propósito de um documento inéditoPublication . Ribeiro, Maria Manuela Simões; Cardoso, João LuísApresentam-se novos elementos sobre as investigações de Carlos Ribeiro (1813–1882), enquanto geólogo do recém-criado Ministério das Obras Públicas, relativas à avaliação dos recursos hídricos subterrâneos destinados ao reforço do abastecimento de água a Lisboa, cuja escassez, em meados do século XIX, exigia novas captações. Destacam-se as observações geológicas realizadas em 1856 nas imediações da cidade, registadas em três cadernos com notas, desenhos e observações geológicas e hidrogeológicas inéditas, que serviram de base à monografia publicada pela Academia Real das Ciências de Lisboa em 1857, ano da criação da Segunda Comissão Geológica de Portugal, da qual Ribeiro foi codiretor com Francisco Pereira da Costa. Pioneiro na aplicação da ciência à resolução de problemas públicos, Carlos Ribeiro é considerado o fundador da Hidrogeologia portuguesa, comparável aos melhores da sua época. O trabalho de campo de 1856 permitiu inventariar poços e nascentes, medir caudais, propor obras hidráulicas para reforço do Aqueduto das Águas Livres e cartografar formações geológicas relevantes para a identificação e aproveitamento das camadas aquíferas. Este estudo constitui um notável exemplo da utilização do conhecimento científico em prol do bem comum, antecipando princípios fundamentais da gestão sustentável da água.
- Alliance orientation and firm financial performance: industry-specific and crisis effects. Implications for coopetition dynamicsPublication . Mota, Jorge; Chim-Miki, Adriana Fumi; Moreira, Antonio; Costa, Rui AugustoPurpose – This study examines how firms’ alliance orientation impacts firm financial performance, varying across manufacturing and retail service industries and during the COVID-19 Crisis. Coopetition requires simultaneous competition and cooperation, sometimes competition-based coopetition, other times cooperation-based coopetition. In this study, alliance orientation was used as the observable construct, enabling us to interpret its implications within the broader literature on coopetition dynamics. Design/methodology/approach – We used a sample of 330 portuguese and Spanish firms across different industries and employed an Ordinary Least Squares model. The study spans 2013–2022, encompassing pre-COVID-19 and during COVID-19 pandemic periods. Findings – Results show that alliance orientation positively influences financial performance in the retail services industry, particularly during COVID-19, where alliances mitigated the negative effects of firm age, sales growth opportunities and asset tangibility. No significant effect was observed in manufacturing firms, highlighting industry-specific dynamics. Originality/value – The study offers threefold novelties. First, it assesses the impact of strategic alliance engagement on financial performance through an econometric model that considers the effect of strategic alliances on return on assets and includes control variables to express organizational complexity. Second, it highlights that the benefits of alliance strategies, which can enable coopetition dynamics, vary across industries. Third, it provides evidence that alliance orientation can be a strategic risk and crisis management mechanism, particularly during disruptive events such as the COVID-19 pandemic.
