Percorrer por data de Publicação, começado por "2025-11-01"
A mostrar 1 - 10 de 66
Resultados por página
Opções de ordenação
- El gosto português por los azulejos en los interiores palaciegosPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Diez del Corral, Pilar; Pacheco, Milton; Molina, AlvaroO estudo da casa nobre nas suas diferentes dimensões tem merecido nos últimos anos uma atenção especial da historiografia de arte portuguesa, reunindo hoje um vasto conjunto de estudos de referência e apresentando–se, cada vez mais, como área de investigação consolidada. Abordando a caracterização das suas morfologias e desenho arquitetónico, estes estudos empenharam-se ainda num esforço de sistematização e aprofundamento das suas vivências interiores e exteriores, conhecimento fundamental para a percepção articulada da coerência, entre os programas distributivos e a respetiva decoração. O artigo deste livro procura abordar o entendimento e perceção da articulação dos azulejos com a ocupação, transformação e vivência do espaço da casam, destacando o seu papel enquanto um investimento artístico da habitação nobre setecentista.
- Gestão de inovação e do conhecimento na era digital: estudos de casoPublication . Isaias, PedroEste e-book, “Gestão de Inovação e do Conhecimento na Era Digital: Estudos de Caso”, reúne 14 casos de práticas relevantes de gestão da inovação e do conhecimento em contexto de transformação digital, selecionados entre os melhores trabalhos individuais desenvolvidos por alunos na unidade curricular de Gestão de Inovação e do Conhecimento nos anos letivos 2023/2024 e 2024/2025, publicados com autorização dos respetivos autores; o volume pretende servir como recurso pedagógico e científico para investigadores, docentes e estudantes, apoiando a revisão de conteúdos essenciais, o aprofundamento de conhecimentos e a exemplificação de abordagens inovadoras, incluindo exercícios no final de cada caso que promovem a consolidação e a aprendizagem ativa; por fim, enquadra os casos num cenário de mudança organizacional e tecnológica acelerada, em que processos e tecnologias impulsionam a competitividade e evidenciam a crescente transição digital numa sociedade de informação e conhecimento em evolução.
- Introdução à Gestão Ambiental. Tópico 3: indicadores e índices ambientais ou da sustentabilidadePublication . Mapar, MahsaNeste vídeo, a Prof.ª Mahsa Mapar, docente da Universidade Aberta, apresenta o Tópico 3 – Indicadores e Índices Ambientais ou da Sustentabilidade, da unidade curricular "Introdução à Gestão Ambiental". O vídeo explora os conceitos de indicadores e índices, que são ferramentas essenciais para avaliar o estado do ambiente e da sustentabilidade e apoiar as decisões em cada fase da gestão ambiental integrada. São também apresentados os exemplos simples e práticos, como o Índice da Qualidade do Ar e o Índice de Massa Corporal (IMC), mostrando como estes instrumentos nos ajudam a interpretar as informações complexas de forma acessível.
- Introdução à Gestão Ambiental. Tópico 5: definição de prioridades e metas ambientaisPublication . Mapar, MahsaNeste vídeo, a Prof.ª Mahsa Mapar, docente da Universidade Aberta, apresenta o Tópico 5 – Definição de Prioridades e Metas Ambientais, da unidade curricular "Introdução à Gestão Ambiental". O vídeo explica como identificar e ordenar os principais problemas ambientais de um país, de uma cidade ou de uma organização, através de uma metodologia em três etapas: definição da escala de análise, seleção dos critérios e ordenação dos problemas. São também explorados os conceitos de metas ambientais e como estas podem ser definidas de forma clara e mensurável. O vídeo inclui ainda exemplos concretos aplicados ao contexto municipal.
- Introdução à Gestão Ambiental. Tópico 4: desenvolvimento e análise de cenários ambientaisPublication . Mapar, MahsaNeste vídeo, a Prof.ª Mahsa Mapar, docente da Universidade Aberta, apresenta o Tópico 4 – Desenvolvimento e Análise de Cenários Ambientais e da Sustentabilidade, da unidade curricular Introdução à Gestão Ambiental. O vídeo explica o conceito de cenário e são abordadas as suas tipologias, incluindo cenários qualitativos e quantitativos, bem como cenários exploratórios e cenários antecipatórios. Incluem-se ainda exemplos práticos de dois cenários para a Europa em 2050, que mostram como as decisões tomadas no presente influenciam diretamente os futuros ambientais possíveis.
- Educação decolonial em uma sociedade líquida: fronteiras culturais, epistemológicas e sociais, e suas colisões no contexto educacionalPublication . Santos, Raimundo Washington dosEste artigo de revisão bibliográfica analisa a relação entre educação decolonial e sociedade líquida, destacando como fronteiras culturais, epistemológicas e sociais se entrelaçam e entram em conflito no contexto educacional contemporâneo. A sociedade líquida, conceito de Zygmunt Bauman, é marcada pela fluidez das relações e pela constante mutação das identidades, desafiando as práticas pedagógicas tradicionais. A educação decolonial, por outro lado, propõe a ruptura com estruturas de poder e a desestabilização de epistemologias hegemônicas que excluem saberes não ocidentais. Ao revisitar autores como Paulo Freire, bell hooks e outros, o artigo investiga como suas abordagens contribuem para repensar o ensino, promovendo a valorização da diversidade epistêmica. Argumenta-se que, mesmo em um cenário instável, a educação decolonial pode abrir caminhos para a emancipação e a reinvenção do espaço educativo.
- Educação empreendedora e prática profissional: uma análise da imersão inicial em contextos reais de intervençãoPublication . Correia, Virgilio GomesO desenvolvimento de uma educação empreendedora no ensino superior passa pela adopção de estratégias educativas que promovam a articulação entre saberes teóricos, práticas contextualizadas e reflexão crítica. No domínio da Animação Socioeducativa, a imersão precoce em contextos profissionais surge como uma estratégia importante para estimular a aquisição e o desenvolvimento de competências empreendedoras, apreendidas enquanto capacidades de iniciativa, adaptação, inovação e decisão contextualizada. Esta investigação insere-se neste quadro teórico-prático de referência, procurando analisar o contributo formativo da exposição profissional precoce na construção e fortalecimento da identidade profissional, e a interiorização de práticas profissionais. O objectivo do estudo foi analisar os mecanismos envolvidos na aquisição de uma aprendizagem empreendedora, a partir de uma experiência de imersão profissional precoce de estudantes do primeiro ano da licenciatura em Animação Socioeducativa da Escola Superior de Educação de Coimbra. Procurou-se compreender de que modo esta exposição inicial à realidade profissional favorece a emergência de competências empreendedoras e reflexivas destes estudantes em formação inicial. A pesquisa adoptou uma abordagem qualitativa, realizando uma análise de conteúdo de documentos escritos produzidos por estudantes do 1º ano, no âmbito da unidade curricular Iniciação à Prática Profissional em Animação Socioeducativa I. Foram analisados relatórios de progresso e relatórios reflexivos, com apoio do programa informático de análise de dados qualitativos e mistos MAXQDA 24.2. A codificação centrou-se em duas categorias, aprendizagem empreendedora e aproximação precoce ao contexto profissional. Os resultados mostram que a experiência de observação e participação em instituições de intervenção social permitiu aos estudantes adquirir competências técnico-profissionais fundamentais, reforçar a confiança na acção e desenvolver capacidades de adaptação aos contextos institucionais complexos. Todavia, a tendência para a execução de tarefas em detrimento da tomada de iniciativa por parte dos estudantes revela-se um elemento limitador do surgimento de comportamentos autónomos e criativos na planificação ou apresentação de proposta de acções. A exposição profissional precoce surge como uma ferramenta importante de aprendizagem empreendedora, favorecendo o desenvolvimento de identidades profissionais e competências de intervenção. No entanto, a promoção do empreendedorismo exige um equilíbrio entre acção e análise crítica - uma condição fundamental para uma educação empreendedora, transformadora, no ensino superior.
- Educação empreendedora e inovação social: construindo pontes para criar valoresPublication . Jardim, Jacinto; Oliveira, LaércioO livro Educação Empreendedora e Inovação Social: Construindo Pontes para Criar Valor reúne os artigos selecionados no âmbito do IV Congresso Internacional de Educação Empreendedora e Cidadania (CiEECi 2025), realizado nos dias 16, 17 e 18 de outubro de 2025, em Aracaju, Brasil, sob o lema Construindo Pontes com os Municípios Empreendedores. Esta publicação é a expressão das temáticas e dos projetos debatidos, bem como dos desafios da educação empreendedora no mundo atual. Neste contexto, os congressistas, baseados num diálogo entre ensino, pesquisa e municípios, discutiram particularmente o papel da educação na criação de ecossistemas municipais empreendedores, como resposta aos problemas sociais e económicos atuais. A amplitude destes contributos demonstra que o empreendedorismo é, antes de tudo, um fenómeno humano, educativo e social, que se manifesta em múltiplas escalas — da escola à cidade, da tecnologia à espiritualidade, da economia à cultura. Assim, este livro testifica o dinamismo de um movimento científico que tem crescido em cooperação e partilha, e que reconhece na educação empreendedora um caminho para o crescimento económico, a coesão social, o sucesso organizacional e a autorregeneração social e esperança. A temática deste congresso resume-se na construção de pontes com foco no ensino, no empreendedorismo e na pesquisa. Interligamos saberes, práticas e territórios em torno de uma visão partilhada de futuro. Nesse sentido, construir pontes pressupõe que a ciência e a política só cumpre a sua missão quando cria laços entre as pessoas, gera cooperação entre os parceiros e transforma as instituições envolvidas. Ao articular empreendedorismo e cidadania, o CiEECi afirma-se como um espaço internacional credível de diálogo entre pessoas de diversas áreas científicas e profissionais. A educação empreendedora não é apenas um domínio de estudo, mas fundamenta-se numa filosofia da educação que envolve pensamento criativo e resolução de problemas em conjunto. Por isso suscita entusiasmo nas pessoas e dinamiza instituições na criação de valor.
- Educação empreendedora onlife: analisando o ato educativo a partir do ciclo da aprendizagem experiencialPublication . Souza, Gustavo Henrique; Santos, Aline Sobral dos; Vieira, Fabia Magali SantosO objetivo deste trabalho é, por meio de um ensaio teórico, discutir uma proposta de educação empreendedora baseada na perspectiva do paradigma da Educação OnLIFE, dentro de uma abordagem integrativa por meio da conjunção de suas similaridades em termos de pressupostos e concepções didático-pedagógicas, tendo-se como base uma análise do processo educativo a partir do ciclo da aprendizagem experiencial. Nessa articulação, o texto propõe um deslocamento em relação às abordagens tradicionais da educação empreendedora, centradas na resolução de problemas e no desenvolvimento de competências técnicas individuais, em direção a uma perspectiva rizomática, ecossistêmica e conectiva de formação. Enfatiza-se a Experimentação Ativa como ponto de partida no ciclo da aprendizagem experiencial, destacando seu papel no desenvolvimento de competências empreendedoras como criatividade, pensamento crítico, resiliência e ação ética. Um comparativo é apresentado para explicitar as diferenças entre a educação empreendedora tradicional e a educação empreendedora OnLIFE, evidenciando transformações conceituais e metodológicas. O estudo ressalta a tensão entre a base antropocêntrica da aprendizagem experiencial e a proposta pós-antropocêntrica da Educação OnLIFE, sem, contudo, descartar sua relevância para a formação de sujeitos conectados, conscientes e capazes de agir em redes vivas de coaprendizagem. O contributo esperado deste estudo é oferecer uma alternativa teórico-metodológica capaz de ampliar a compreensão da educação empreendedora para além do viés instrumental e individualista. Sua originalidade reside em articular, de modo inédito, o ciclo da aprendizagem experiencial com o paradigma OnLIFE, propondo uma abordagem conectiva e pós-antropocêntrica para a formação empreendedora.
- Ecossistemas de educação empreendedora na educação básica brasileira: uma análise a partir do radar de educação empreendedora do SebraePublication . Lopes, Daniel; Emiliano, Esdras de Freitas; Moravia, Eduarda Corrêa ; Almeida, CacildaOs Ecossistemas de Educação Empreendedora (EEE) estão emergindo como mecanismos cruciais para o desenvolvimento territorial. No entanto, diferentemente da literatura com foco nas universidades, há uma lacuna de pesquisa sobre como esses EEE se manifestam no nível da educação básica. O objetivo deste artigo é analisar a maturidade dos ecossistemas de educação empreendedora na educação básica brasileira, a partir dos dados do Radar de Educação Empreendedora do Sebrae (Radar). Em termos teóricos, apresenta-se uma breve discussão sobre as principais dimensões dos EEE, abrangendo políticas públicas, estrutura, recursos, atores e cultura. Em termos metodológicos, a pesquisa foi baseada na análise de microdados do Radar, por meio de técnicas de análise descritiva e análise de proporções. Criada pelo CER Polo Sebrae de Educação Empreendedora, a ferramenta começou a ser aplicada em 2022 e, em 2025, já possuía mais de seis mil radares preenchidos de escolas públicas e privadas de todos os estados brasileiros. Os resultados mostram que os EEE da maioria das escolas participantes encontram-se no nível intermediário, indicando a possibilidade de desenvolver as dimensões que o compõem. Além disso, foi evidenciado que uma proporção maior de escolas precisa desenvolver a dimensão recursos. Esta pesquisa contribui teoricamente, trazendo uma perspectiva de análise das dimensões dos EEE para o nível da educação básica, em contraste com estudos que focalizam tais ecossistemas nas universidades. Em termos práticos, as dimensões de análise do Radar podem contribuir para o fortalecimento de estratégias institucionais, políticas públicas e ações educacionais voltadas ao empreendedorismo. Esta e futuras análises com base nos dados do Radar podem contribuir para consolidá-lo como uma ferramenta válida e confiável de diagnóstico, promovendo um ambiente mais propício ao empreendedorismo, à inovação e ao desenvolvimento dos territórios.
