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- Metodologia participativa para o diálogo intercultural em saúde no contexto das alterações climáticasPublication . Ponte, Nidia; Alves, Fátima; Vidal, Diogo GuedesO E-poster intitulado "Metodologia Participativa para o Diálogo Intercultural em Saúde no Contexto das Alterações Climáticas", da autoria de Nídia Ponte*, Fátima Alves* e Diogo Guedes Vidal*, foi aceite e apresentado no Encontro Ciência 2025, que decorreu entre os dias 9 e 11 de julho, em formato híbrido, no Campus de Carcavelos da Universidade Nova de Lisboa. Este trabalho parte do reconhecimento de que as alterações climáticas intensificam desigualdades em saúde, afetando de forma desproporcionada grupos sociais vulneráveis. Em resposta a este desafio, é proposta uma abordagem metodológica participativa que visa o desenvolvimento de estratégias de diálogo intercultural entre profissionais de saúde dos cuidados primários e utentes de diferentes origens socioculturais. Enformado por uma metodologia mista, o estudo visa promover a resiliência comunitária e reforçar a justiça cognitiva. Os autores defendem que apenas através de metodologias sensíveis à diversidade cultural será possível contribuir para políticas públicas integrativas e sistemas de saúde mais preparados para responder aos impactos das alterações climáticas.
- Building brighten futures: knowledge and communication on socio-environmental topics in two Macaronesian RegionsPublication . Ana Bijóias Mendonça; Alves, FátimaNo dia 9 julho, na sessão dedicada às dinâmicas socioambientais, as investigadoras apresentaram a comunicação “Building Brighten Futures: Knowledge and communication on socio-environmental topics in two Macaronesian regions”, onde partilharam resultados de investigação que sublinham a importância de abordagens colaborativas e culturalmente enraizadas na construção de futuros mais sustentáveis. O trabalho apresentado destaca: A relevância das racionalidades leigas e dos saberes locais como recursos fundamentais para enfrentar a crise climática; A urgência de ultrapassar a ilusão de inclusão e reforçar políticas de proximidade, verdadeiramente participativas; A necessidade de consolidar redes de atores como alicerces para processos de codecisão orientados para a justiça socioambiental; A importância de escutar, traduzir, comunicar e coconstruir soluções com todas as vozes que habitam os territórios.
