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- Frontiers of the past in the digital world: multidisciplinary collaboration in the 3D reconstitution of medieval border townsPublication . Cuesta-Gómez, Fabián; Trindade, Luísa; Silva, Gonçalo Melo da; Alves, Tiago; Filipe, João; Lacet, Demetrius; Morgado, Leonel; Prata, Sara; Coelho, António; Costa, Adelaide Millán; van Zeller, MariaThe virtual reconstitution of Castelo de Vide, Portugal, within the FRONTOWNS project, highlights the challenges and successes of multidisciplinary collaboration in heritage preservation through 3D modeling. The goal was to reconstruct the town’s urban evolution, focusing on its role as a border settlement from the 13th to 16th centuries. The project combined archaeological evidence, historical sources, and digital technologies like photogrammetry and 3D scanning. Co-creation workshops aligned diverse knowledge, leading to creative solutions that balanced historical accuracy and technical feasibility. Despite budget constraints, it produced a highquality digital reconstitution with insights for future virtual heritage projects.
- A loucura do século XXIPublication . Alves, FátimaVivemos num mundo onde o sofrimento psíquico se tornou banal. Ansiedade, depressão, exaustão. Chamam-lhe a epidemia silenciosa do século XXI, mas será mesmo silenciosa? Ou estaremos todos a gritar por dentro, tentando sobreviver num sistema que nos consome? É esta a reflexão de Fátima Alves, coordenadora e investigadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no Diário As Beiras desta semana. O que nos está a adoecer? Não é só o ritmo acelerado, a precariedade ou o isolamento. É a erosão dos laços sociais, a normalização da instabilidade emocional, a ilusão de que basta um comprimido ou uma app de meditação para suportar jornadas de trabalho insanas. E a natureza? Dizem que um passeio ao ar livre ajuda, mas como falar dos benefícios da natureza enquanto continuamos a destruí-la? A loucura já não está nos asilos. Está no quotidiano. Está nos líderes que acumulam poder enquanto nos empurram para o abismo. Está na destruição dos ecossistemas que nos sustentam. Está num mundo que já não distingue delírio de estratégia, caos de progresso. Há saída? Talvez a verdadeira sanidade seja resistir. Construir comunidades que cuidam, que nos devolvam o essencial: conexão, humanidade, equilíbrio com a natureza.
