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- Simple VR for better livingPublication . Mota, Telma; Carvalho, Fausto de; Paredes, Hugo; Morgado, LeonelPhysical and cognitive rehabilitation based on natural interaction and VR has been on our horizon for several years, and we have been conducting experimentation towards that goal through several exploratory research initiatives.This article addresses some aspects of the state-of-the-art of VR in healthcare and well-being, with opportunities in the domain of rehabilitation based on natural interaction and VR being analyzed and put in perspective with the SmartAL ecosystem roadmap.
- Avaliação externa: perceções das lideranças de escolas TEIP e não TEIPPublication . Costa, Silvana Nunes Martinho Almeida; Oliveira, IsolinaA avaliação dos Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas (AE/ENA) é um processo criado em 2002 que incide sobre diversos domínios do quotidiano da Escola. Desde a sua criação ocorreram três ciclos de avaliação que resultaram em modificações no processo a cada mudança de ciclo. Esta dissertação tem como objetivo identificar perceções das lideranças de AE/ENA pertencentes e não pertencentes ao programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) sobre a avaliação externa das escolas (AEE) no atual ciclo de avaliação. Foi seguida a abordagem metodológica mista com design exploratório sequencial. Os dados foram obtidos a partir dos relatórios de avaliação externa das escolas disponibilizados pela Inspeção Geral de Educação e Ciência (IGEC), e de um questionário desenvolvido para esta investigação baseado no Quadro de Referência do Terceiro Ciclo de AEE. A justiça social e curricular esteve subjacente à seleção dos itens do principal instrumento de recolha de dados pela importância da sua concretização nas decisões e ações educativas. O questionário foi posteriormente aplicado a 15 agrupamentos de escolas e os dados obtidos foram sujeitos a tratamento estatístico. Os resultados evidenciam que as perceções dos professores com cargos de liderança diferem significativamente em relação ao contexto socioeconómico em que o AE/ENA está inserido e não há diferenças significativas em relação à pertença ao programa TEIP do seu AE/ENA nem ao cargo de liderança que ocupam. Verificou-se também que os AE/ENA localizados em contextos mais desfavorecidos apresentam maior discordância em relação à classificação da IGEC do que os AE/ENA localizados em contextos mais favorecidos. Este facto pode significar que os AE/ENA pertencentes a meios socioeconómicos mais desfavorecidos lutam com dificuldades eventualmente semelhantes quer sejam TEIP ou não-TEIP e que por isso não se sentem avaliados com justiça já que o seu meio é adverso e exige muito mais esforço, estratégias e resiliência do que outros AE/ENA localizados em meios mais favoráveis.
- Critical spatial thinking in women's resilience for an inclusive cityPublication . Carvalho, Isabel CristinaGender continues to affect how urban spaces are perceived and experienced. Girls and women continue to experience sexual harassment, feel unsafe and conditioned as they live and move in urban environments. Reinforcing the concept "Right to the City" of Henri Lefebvre (1991) and David Harvey (2008), this paper aims to explore the need to promote critical spatial thinking to demystify gender stereotypes, leading to the exercise of active citizenship, able to participate and contribute to the (re)design of an inclusive city. People are social products whose values and beliefs are shaped by society, often perpetuating social practices and norms that promote gender inequalities. It is crucial to enable and encourage critical spatial thinking about women's environment to understand and recognise existing limitations and constraints. The desire for change begins with awareness of the situation in which we live. Several authors refer to critical thinking as fundamental to the empowerment process, pointing out that by exercising critical reflection on the situation, women challenge gender inequality. The exercise of critical spatial thinking also highlights the need for new communication processes that recognise and enhance the importance of showing and share individual perspectives in the use of urban spaces. It will enrich a more active collective voice, increase civic participation necessary to build safer and gender-equal spaces in urban life.
