Percorrer por autor "Penalva, C."
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- Contribuição para o conhecimento das indústrias líticas mais antigas do território português: as jazidas com «Pebble Culture» da formação de Belverde - Península de Setúbal (Vilafranquiano médio)Publication . Azevedo, Tereza M.; Cardoso, João Luís; Penalva, C.; Zbyszewski, GeorgesAs peças talhadas descritas neste trabalho fazem parte de um conglomerado constituído por calhaus rolados de quartzito (70%) e quartzo (30%) tendo sido encontradas à superfície do terreno, quando se procedia ao levantamento cartográfico dessa formação e no seu interior, no decorrer das operações necessárias à análise de imbricação, com vista à determinação das paleocorrentes responsáveis pela sua deposição.
- Resumo histórico da actividade arqueológica na Europa OcidentalPublication . Penalva, C.; Cardoso, João LuísTodos os grupos humanos, desde o mais primitivo ao mais evoluído, têm sempre qualquer explicação para o seu passado longínquo. Este facto traduz-se, em especial, no que se diz respeito à tradição, pela transmissão oral ou por via de textos. Há, também, que ter em conta os vestígios materiais deixados pelos nossos antepassados e que são, sem dúvida, testemunhos reais do seu modo de vida. A procura, descoberta e interpretação desses vestígios, é o que ocupa o arqueólogo. A conservação daqueles depende das condições do clima, sendo, como é óbvio, o clima seca o mais propício, da matéria-prima em que foram confeccionados e do tipo de terreno em que se encontram. Estes vestígios são, sem dúvida, um testemunho das actividades dum certo grupo humano.
- Vestígios de Praia Calabriana com indústrias da «Pebble Culture» no Alto de Leião : Paço de ArcosPublication . Cardoso, João Luís; Penalva, C.No presente trabalho, noticiam-se vestígios de plataforma de abrasão marinha no Alto de Leião (Paço de Arcos), que pela sua cota (150m), deverá ser considerada como calabriana. À sua superfície dispersam-se pequenos seixos, alguns deles talhados intencionalmente e posteriormente rolados pelo mar, os quais são integráveis no estádio I da «Pebble Culture» marroquina. Do ponto de vista geológico, de acordo com os estudos de alguns autores, podemos considerar a estação agora estudada como contemporânea do segundo ciclo calabriano, já na sua fase regressiva. É pois a mais antiga estação paleolítica dada a conhecer até ao presente em Portugal.
