Browsing by Author "Oliveira, Raquel Alexandra Duarte"
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- Resolução de conflitos: perspectivas dos alunos do 4º ano do Concelho de Arruda dos VinhosPublication . Oliveira, Raquel Alexandra Duarte; Grave-Resendes, LídiaResumo - Falar da gestão de conflitos é cada vez mais complexo, uma vez que a sociedade está em constante mutação e a escola tem de conseguir responder adequadamente a isso. Cada vez mais a sociedade é constituída por indivíduos com interesses pessoais, valores e atitudes antagónicas, levando a situações conflituosas, que são transportadas para o seio da comunidade educativa. Uma vez que é quase impossível a inexistência de conflitos, visto ser algo próprio do ser humano, fazendo parte do seu crescimento moral e emocional, a Escola deve-se preocupar em ensinar aos alunos estratégias positivas que apelem à participação activa das partes em conflito na resolução do mesmo. A presente investigação teve como objectivo fazer um levantamento exaustivo sobre o conflito, natureza, tipologias e diferentes formas de o resolver nas escolas do 1º ciclo do concelho de Arruda dos Vinhos. Depois de uma revisão bibliográfica e de fazer uma análise do contexto estudado, recorreu-se a uma investigação de natureza quantitativa em que se administrou um questionário aos alunos do 4º ano de escolaridade. Com a investigação concluiu-se que existem conflitos nas escolas, mas que têm vindo a diminuir, ocorrendo essencialmente nos recreios/campo de jogos. No que diz respeito às origens dos conflitos existentes, de acordo com Deutsch (1973), deve-se ao facto de os alunos quererem ter controlo sobre os recursos. Os conflitos que existem em maior quantidade são os de relação/comunicação (Torrego, 2003) (insultos, agressões físicas, ameaças). Os alunos abordam, na sua maioria, as situações de conflito com a atitude de compromisso e colaboração, e habitualmente receiam confidenciá-los a terceiros, pois têm medo de sofrer represálias. Dos alunos inquiridos, a sua maioria gostaria de aprender estratégias de resolução de conflitos e desejava que fossem os alunos a resolver os seus próprios conflitos