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A hegemonia involuntária dos Estados Unidos da América

datacite.subject.sdg04:Educação de Qualidade
datacite.subject.sdg16:Paz, Justiça e Instituições Eficazes
dc.contributor.advisorPires, Maria Laura Bettencourt
dc.contributor.authorMartins, Álvaro Joaquim Marcelino
dc.date.accessioned2013-04-16T13:12:34Z
dc.date.available2013-04-16T13:12:34Z
dc.date.issued2001
dc.descriptionTese de Doutoramento em Literatura na especialidade de Estudos Americanos apresentada à Universidade Abertapor
dc.description.abstractOs Estados Unidos são hoje indiscutivelmente a nação mais poderosa do planeta. Chegaram ao final deste século XX, que alguns autores rotularam de “século americano”, com uma supremacia militar, económica, cultura e diplomática que nenhuma outra nação conseguiu - mesmo aquelas que declaradamente a procuraram alcançar pela força. Em resultado disso, a influência da Europa no resto do Mundo, por exemplo, é hoje uma sombra do que era no princípio do século. Com o fim da bipolarização a que se assistiu, a partir de 1989, pôde, aliás, passar a falar-se de hegemonia, visto que nenhum outro país rivaliza agora com os Estados Unidos. É nossa firme convicção, que foi involuntariamente que os Estados Unidos se viram guindados à actual situação de hegemonia. Consideramos que, em momento nenhum, existiu qualquer plano - ou, se antes preferimos, qualquer premeditação - que tivesse conduzido aos status quo actual. É esse o ponto fulcral de todo este nosso trabalho e, em nosso entender, a maior ironia - feita de pequenas outras ironias que também não deixaremos de enfatizar - de toda a história da nação americana. Iremos, portanto, demonstrar que o povo americano- ao contrário de muitos outros- nunca premeditou o domínio do Mundo com a sua cultura ou as suas forças armadas: foi sendo ciclicamente levado - contra vontade- pelas circunstâncias e pelos erros das outras potências, para conjunturas que lhe eram de facto cada vez mais favoráveis e que acabaram por o guindar ao primeiro plano que hoje ocupa, por mais arreigado que fosse o isolacionismo a que pretendia entregar-se, e por mais que se quisesse ocupar unicamente com as actividades económicas, que desde cedo foram ditando a sua História, e para as quais assumidamente se sente bem mais vocacionado.
dc.identifier.citationMartins, Álvaro Joaquim Marcelino - A hegemonia involuntária dos Estados Unidos da América [Em linha]. Lisboa : [s.n.], 2001. 371 p.por
dc.identifier.tid101094795
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.2/2507
dc.language.isoporpor
dc.subjectPoder políticopor
dc.subjectPoder económicopor
dc.subjectPolítica externapor
dc.subjectHistória políticapor
dc.subjectConflito políticopor
dc.subjectGuerrapor
dc.subjectEstados Unidos da Américapor
dc.titleA hegemonia involuntária dos Estados Unidos da Américapor
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspor
rcaap.typedoctoralThesispor

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