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Literatura, morte e (des)substancialização do sujeito

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Desenvolvo uma reflexĆ£o sobre a presenƧa do signo da ā€œmorteā€ na produção literĆ”ria de MĆ”rio de SĆ”-Carneiro, Fernando Pessoa e Almada Negreiros, signo esse assumido como noção implicada na habilidade para entender, polifonicamente, a ā€œmorte do Homemā€ e a ā€œmorte de Deusā€ como noƧƵes comprometidas com: a desmitologização e falĆŖncia das grandes narrativas humanistas; o (aparente) triunfalismo cientĆ­fico-tecnológico; apela despossessĆ£o linguĆ­stica e literĆ”ria do sujeito a que, paradoxalmente, uma profunda consciĆŖncia que o sujeito de si conduz; a relação entre o sujeito individual e a coletividade; apela relação entre eu humano e Outro divino; a perceção da morte inevitĆ”vel e da consciĆŖncia neófita da ā€œimortalidade cósmicaā€ a que a intuição da morte por vezes conduz.

Descrição

Palavras-chave

Morte Literatura Imortalidade Jorge Luis Borges José Saramago, 1922-2010 Maurice Blanchot Kafka Hélinand de Froidmont Dante Rabelais Shakespeare Goethe Machado de Assis Dostoievksi Pierre de Ronsard La Fontaine Victor Hugo Philipe Ariès Poesia trovadoresca Cancioneiro Geral Camões Alexandre Herculano Almeida Garrett Antero de Quental CesÔrio Verde Camilo Pessanha Raul Brandão MÔrio de SÔ-Carneiro Fernando Pessoa Michel Foucault Roland Barthes Nietzsche

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