Câmara, Maria Alexandra Gago da2021-11-042021-11-042016-01-01978-989-8661-59-3http://hdl.handle.net/10400.2/11338O propósito desta reflexão que aqui proponho partilhar - não será tanto o de fornecer elementos novos, quanto o interpretar aqueles que se conhecem, prendendo-se com as perceções do espaço urbano da Lisboa contemporânea de Luís António Verney à data da sua partida para Roma – comparando uma cidade descrita e projetada com uma cidade efetivamente vivida e construída. Tomámos deste modo como exemplo a Lisboa deste período num “tempo longo”( pois a sua vida abrangeu uma grande parte do século XVIII, problematizando a ideia de cidade enquanto espaço e lugar social, e universo interdisciplinar. Durante a longa centúria de Setecentos ocorreram – é como já vimos - inevitavelmente mudanças profundas como sabemos ao nível do fazer urbano , de construir a cidade e sobretudo na forma da a entender e olhar tanto no que se refere à função dos seus vários espaços como à fruição do quotidiano. Percebemos que a história do espaço é também feita por pessoas que nele vivem e das suas próprias relações sociais, pois compreender as formas de circulação, hierarquização e especialização do espaço urbano pode, ser hoje um interessante contributo para o estudo da evolução das dinâmicas sociais e culturais).porTeatroArqiiteteura teatralLisboaLuis António VerneyEntre Lisboa e Roma: espaços e quotidianos de Luís António Verney (1713-1792)book part