Guerreiro, AntónioCardoso, João Luís2017-01-312017-01-3120020872-6086http://hdl.handle.net/10400.2/6055A província lusitânica, dependência zoogeográfica desprovida de fundos faunísticos verdadeiramente originais, é a que interessa directamente a este trabalho. Atinge, a Sul, a província mediterrânica e, para Norte, faunas boreais da província céltica; pode subdividir-se em zona lusitânica propriamente dita, mediterrânica e canárica, tendo esta, como limite meridional, o cabo Bojador. Desta forma, distinguiremos três grandes grupos de espécies: O primeiro grupo compreende moluscos cuja área de repartição é mais vasta, penetrando na zona céltica, indo por vezes para além do canal da Mancha. O segundo grupo integra as faunas mistas lusitânicas e mediterrânicas. O terceiro grupo engloba as faunas de características mediterrânicas e canáricas, com distribuição na África Ocidental, para além da zona sub-saarica. Deste modo, pode concluir-se que o conjunto faunístico em questão está mais próximo do da região norte- -atlântica, sendo, no entanto, esta setentrionalidade compensada pelo elevado número de bivalves, de características mais mediterrânicas, situando-se, em conformidade, no grupo das faunas mistas lusitânicas e mediterrânicas.porHistóriaArqueologiaFauna malacológicaPovoadoLeceiaOeirasPortugalA fauna malacológica encontrada no povoado pré-histórico de Leceia (Oeiras): estudo sistemático e respectivo significadojournal article