Franco, José EduardoPinto, PorfírioMiranda, José Carlos Lopes deAndrade, Maria FilomenaBarbosa, David SampaioAbreu, José Paulo Leite deAbreu, Luís Machado de2026-05-082026-05-082026978-972-36-2158-7http://hdl.handle.net/10400.2/22013Obra dirigida por: José Eduardo Franco e Porfírio Pinto; coordenada por: José Carlos Lopes de Miranda, Maria Filomena Andrade, David Sampaio Barbosa, José Paulo Leite de Abreu e Luís Machado de AbreuA história das heresias é fascinante a vários títulos. O universo caleidoscópico da sua emergência, diversificação, evolução e metamorfose é fundamental para compreendermos a história do pensamento na sua longa duração e nos seus processos de receção, metamorfose e apropriação. As heresias foram verdadeiros laboratórios de ideias novas, de modelos de estruturação e vivência religiosa diversas, de práticas e comportamentos sociais divergentes do statu quo estabelecido. Foram sementeira de projetos alternativos de Igreja, de sociedade, e de abordagens morais e políticas da vida singulares. Foram vozes incómodas, fermento de revoluções e revoltas, esperança de justiça social e exigência moral, mas também de comportamentos desviantes e de liberdades difíceis, se não mesmo impossíveis, de enquadrar na vida das comunidades instituídas. Com efeito, o conceito de heresia remete para o campo semântico das escolhas de caminhos possíveis, das opções em jogoporHeresiasTeologiaCulturaLiteraturaHistóriaGlobalizaçãoDicionário Global das Heresias: teologia, cultura e literaturabook