Cardoso, João Luís2017-11-272017-11-2719842-86538-116-1http://hdl.handle.net/10400.2/6737Com este trabalho, pretendiam-se atingir os seguintes objectivos: - Caracterização da idade dos depósitos, baseada nos Foraminíferos planctónicos. De facto, estas formações foram consideradas durante muito tempo como pertencentes ao Pliocénico inferior. Contudo, com o rejuvenescimento do Calabriano e da parte superior do Vilafranquiano, que actualmente constituem a base do Quaternário, aquelas passaram a ser incluídas no Pliocénico superior, admitindo-se lacuna na parte inferior do Pliocénico em Portugal (Teixeira e Gonçalves, 1980). Apenas as camadas inferiores de Alfeite, cuja fauna nunca foi estudada em pormenor, deverão corresponder, segundo alguns autores, a este período (Antunes, 1979). Impunha-se, assim, tentativa que viesse precisar a idade dos depósitos pliocénicos a N do Tejo. - Outro objectivo do presente trabalho, era o de tentar alargar a lista de Foraminíferos e de outros microfósseis, nomeadamente Ostracodos, conhecidos no Pliocénico português. Ao mesmo tempo, com a realização sedimentológicas e mineralógicas das camadas fossilíferas de cada corte, poder-se-ia esboçar ensaio de reconstituição paleogeográfica da região onde cada um deles se situa. Se julgamos ter concretizado o segundo dos objectivos propostos, o primeiro não foi atingido. De facto, os Foraminíferos planctónicos que identificámos não forneceram indicações concludentes sobre a idade de pormenor dos respectivos depósitos.porPliocénio marinhoJazidas pliocénicasCaldas da RainhaPombalPortugalO Pliocénico Marinho de Caldas da Rainha e de Pombal: sedimentologia e micropaleontologia: enquadramento paleogeográfico e paleoecológicojournal article