Cardoso, João Luís2016-04-062016-04-062005972-772-598-8http://hdl.handle.net/10400.2/5130A começar, gostaria de agradecer o convite que me foi feito para apresentar o tema neste "I Colóquio Paleontologia e Arqueologia no estuário do Tejo", e aqui estou para, muito rapidamente fazer uma síntese do tema anunciado. Abordar o percurso da presença humana neste trecho do território português, do Paleolítico Inferior ao Bronze Final, correspondente a uma multiplicidade de situações e realidades conservadas nesta bela região de entre Tejo e Sado, correspondente à mesopotâmia que é, na realidade, a Península de Setúbal, só poderá ser feito à custa de muitas simplificações, talvez exageradas: que me desculpem os especialistas. Ainda assim, creio que esta síntese terá algum interesse, designadamente, para os não-iniciados, a quem é particularmente dirigida, feita por quem tem trabalhado, nesta mesma região, temáticas relativas a todos os períodos enunciados; pelo menos, reflecte uma visão pessoal, alicerçada em investigação própria e em muita meditação sobre a por outros desenvolvida. Assim, a eventual aridez da exposição - apenas devida ao próprio orador, que não à valia da temática - espera-se que possa vir a ser atenuada, ao menos, pelo interesse intrínseco das questões que irão sendo sucessivamente discutidas. Na verdade, não pretendo ser exaustivo - coisa que, além de impossível, seria, ainda mais, impensável, na meia-hora que me foi reservada - mas apenas chamar a atenção para a riqueza arqueológica desta região cujo reconhecimento científico se iniciou no século XIX.porPaleolítico inferiorIdade do BronzePenínsula de SetúbalArqueologiaRio TejoRio SadoPortugalA Pré-história de entre Tejo e Sadojournal article