Alves, Fátima2019-06-122019-06-122002http://hdl.handle.net/10400.2/8299Comunicação apresentada ao VI Congresso Luso-Afro-Brasileiro em Ciências Sociais.Mediante pesquisa empírica cujos resultados apresentamos resumidamente, verificamos que em Portugal, onde a existência de estruturas comunitárias para pessoas com doença mental é a excepção e onde as pensões (de invalidez) são cerca de 1/3 do salário mínimo nacional, as pessoas com doença mental, rotuladas pela psiquiatria como “o doente”, integradas numa estrutura exclusiva de cuidados médicos e medicamentosos, deixadas à responsabilidade da família no que respeita à integração social, são excluídas e dependentes, objecto de protecção e controlo. Esta pesquisa chama a atenção não só para a situação de exclusão social que estas pessoas com doença mental, nomeadamente as com diagnóstico de esquizofrenia, vivenciam nas suas várias áreas de vida mas também para as suas famílias, (suas necessidades, seus limites e potencialidades no processo de inserção social destes “doentes”).porSociedade providênciaPolítica de saúde mentalExclusão socialSociologia da saúde mentalA família como suporte das políticas de saúde mental em Portugalconference object