Pedro, SóniaAbelha, Marta2025-02-042025-02-042024-12PEDRO, S. & ABELHA, M. (2024). Práticas de trabalho colaborativo nas equipas educativas – perspetivas dos professores envolvidos. Indagatio Didactica, 16(4), 223-240. (ISSN: 1647-3582). https://doi.org/10.34624/id.v16i4.375881647-3582http://hdl.handle.net/10400.2/19458A escola tem procurado implementar novas dinâmicas de trabalho, impulsionada não só por normativos legais, mas também para encontrar respostas para os inúmeros desafios com que se depara. Assim, tem procurado reorganizar as suas dinâmicas de trabalho, tentando substituir um modelo tradicionalmente individualista por um modelo que assente em práticas de trabalho colaborativo (TC), como são disso exemplo as Equipas Educativas (EE) (Formosinho & Machado, 2009). Após um inquérito por questionário, aplicado aos professores que integraram as EE e um inquérito por entrevista, aplicado aos coordenadores das EE, bem como pela análise de documentos estruturantes da escola, verificou-se que estas práticas resultam da realização de reuniões, que decorrem de acordo com o definido pela escola, onde são abordados essencialmente casos individuais de alunos e situações de indisciplina. São apontadas, como barreiras ao TC, a constituição da própria equipa ou as atitudes dos professores e, como facilitadores, a existência de um tempo previsto para as reuniões, a estabilidade do corpo docente e a relação entre professores. Na perceção dos professores, a colaboração docente nas EE é benéfica para alunos, professores e para a escola em geral. Contudo, há alterações que é necessário introduzir para melhorar a eficácia do TC, como uma maior flexibilidade nas reuniões e a promoção de um ambiente que incentive a participação ativa de todos os membros. Acresce a autonomia das EE, que deve ser ampliada para que possam adaptar as suas práticas às necessidades específicas de cada contexto escolar.School has sought to implement new work dynamics, driven not only by legal regulations, but also to find answers to the countless challenges it faces. Therefore, it has sought, among other measures, to reorganize its work dynamics, trying to replace a traditionally individualistic model with a model based on collaborative work practices. As an example of these new dynamics, Educational Teams (ET) emerge which involve collaborative work between teachers, at various levels (Formosinho & Machado, 2009). After a questionnaire survey, applied to teachers who were part of the ET and an interview survey, applied to the coordinators of the ET, as well as the analysis of the school’s structuring documents, it was found that these practices result from holding meetings, which take place in accordance with what is defined by the school organization, although without the presence of all members of the class council, where individual cases of students and situations of indiscipline are essentially addressed. The constitution of the team itself or the attitudes of teachers are highlighted as barriers to teaching collaboration and, as facilitators, the fact that there is a set time for meetings, the stability of the teaching staff and the relationship between teachers. In the teachers’ perception, teaching collaboration in ET is beneficial for students, teachers and the school in general, however, there are changes that need to be introduced to improve the effectiveness of CW, such as introducing greater flexibility in meetings and promoting an environment that encourages the active participation of all members. In addition, the autonomy of ET must be increased so that they can adapt their practices to the specific needs of each school context.porPráticas de trabalho colaborativoCulturas docentesEquipas educativasCollaborative work practicesTeaching culturesEducational teamsPráticas de trabalho colaborativo nas equipas educativas: perspetivas dos professores envolvidosCollaborative work practices in educational teams: perspectives of participating teachersjournal articlehttps://doi.org/10.34624/id.v16i4.37588