Jacquinet, Marc2026-02-162026-02-162025-04-22http://hdl.handle.net/10400.2/21319Apresentado no II SIMPÓSIO INTERNACIONAL de Educação, Direitos Humanos, Cultura, Ciência e Tecnologia – 2025, Núcleo de Internacionalização (NINTER) do Centro Universitário da Vitória de Santo Antão (UNIVISA), Pernambuco, 22 de abril de 2025.Vivemos tempos de desafios sociais, internacionais, ambientais, humanos e globais. Tempo de crises e tempos de crise; e é na crise que começam a emergir novas promessas. Insisto em considerar os desafios de modo multidimensional, e para dar um reparo, não são apenas internacionais, com a redefinições de fronteiras nacionais e internacionais, mas também globais, com emergências de novos tipos de interações globais, locais e transnacionais, todo numa síntese que ainda não nos aparece bem nítida. Tempo de crise. Novos desafios sociais com múltiplas dimensões - humanas, tecnológicas, económicas, educacionais e ambientais. Destacam-se as desigualdades sócio-económicas, políticas, de educação e de saúde. Todas apresentam diferentes níveis: o local, o nacional, o regional e o global. Muitos problemas atuais não podem ser considerados num vácuo, são interligados, são transnacionais, são globais. Mas a crise é também a esperança de criar um mundo novo, resolver problemas e assentar novas sociabilidades. A esperança implica ultrapassar simplismos e integrar o nosso conhecimento e a prática da tecnologia para que esta seja benéfica para a humanidade sem falsas esperanças. Depois de discutir a crise, os desafios em termos sociais, ambientais e económicos, passarei a tratar dos passos a dar para sair da crise, nomeadamente renovando dinamismos na sociedade e aprofundando governanças a múltiplos níveis. Um dos aspetos destacados nesta comunicação é o da educação e, dentro desta, do ensino e investigação superiores.porAbrir novos horizontes: das questões internacionais às questões transnacionais. Onde fica a universidade?conference object2026-02-16cv-prod-4739091