Franco, José EduardoCalafate, PedroMuhana, Adma2020-04-282020-04-282014978-972-42-4880-6http://hdl.handle.net/10400.2/9657Obra sob a direção de: José Eduardo Franco e Pedro Calafate, e coordenada por: Adma MuhanaObra completa Padre António Vieira. Profética; T. 3, v. 3Em 1663, chegado havia pouco do Brasil, expulso pelos colonos do Maranhão, Vieira foi instado pelo Santo Ofício a justificar as opiniões que expusera na Carta Esperanças de Portugal e que recendiam a heresia judaizante. Processado pela Inquisição de Coimbra, Vieira pediu para redigir uma resposta ou apologia a eles, os inquisidores, cuja permissão pelo Conselho Geral só lhe foi dada em abril de 1664. Enquanto esperava, todavia, Vieira começou a escrever, como se fora outra pessoa defendendo-o. Pode-se imaginar neste desdobramento a sombra de uma solidão que começara a pesar sobre ele desde que, morto o Rei D. João iv (e não ressuscitado), o Rei D. Pedro passara a hostilizá‑lo, afastando-o das decisões palacianas. Essa Apologia é aquela que Besselaar diz que Vieira não se dera ao trabalho de redigir, optando por se dedicar à História do Futuro. Não parece que o caso se tenha passado assim e Vieira muitas vezes se refere a tal escrito como “resposta ou apologia”, ou, simplesmente, “apologia”.porPadre António VieiraAntónio Vieira, S.J., 1608-1697ApologiaInquisiçãoJudaísmoVerdadeHeresiaOrtodoxiaApologiaObra Completa Padre António Vieirabook