Maciel, FabríciaHortmann, Carlos2026-01-142026-01-1420249788593128769http://hdl.handle.net/10400.2/20846O longo processo de mundialização do modo de relação social e de produção capital-imperialista, tem apresentado cada vez mais constantes e intensas reestruturações produtivas, a partir do “sistema de acumulação” hegemonizado pela financeirização neoliberal. Portanto, a própria divisão internacional do trabalho e suas metamorfoses incidem de forma direta, mas também particular, tanto em Portugal quanto no Brasil, na formação e no exercício profissional das/os assistentes sociais. Isto é, tendo como entendimento teórico e categorial a relação centro-periferia, procuraremos sinalizar as transformações laborais num capitalismo cada vez mais “plataformizado”, com a intensificação da precariedade laboral e do desemprego, em que a conformação da classe trabalhadora se manifesta de diferentes formas no Brasil (periférico e dependente) e em Portugal (semiperiférico) – entendendo as particularidades de cada formação social. Nesse esteio, procuramos marcar como tais transformações do mundo trabalho interferem nas condições da formação, incluindo estágio acadêmico, e as circunstâncias laborais que as/os estudantes são inseridos, bem como as transmutações do estágio nas dinâmicas da precarização e rebaixamento do trabalho.porMundialização do capital e a uberização do mundo do trabalho: breves contributos para reflexão sobre os “estágios” no serviço socialbook part