Moreira, Filipe Alves2024-12-272024-12-2720249789896448578http://hdl.handle.net/10400.2/17003As crónicas escritas em português no século xvi estão, por diversos modos, relacionadas com textos e culturas de outras épocas e locais. […] A esta tendência geral da evolução da cronística em Portugal, que tem origem e paralelo na evolução do género cronístico em Castela e Leão, junta-se o facto de a historiografa ser, já desde os séculos fnais da Idade Média, um mosaico de modos de discurso (absorve e refuncionaliza o épico e o hagiográfco, por exemplo) e ocupar, até às décadas iniciais do século xvi, um lugar destacado no sistema de géneros em prosa na Península Ibérica. […] A Expansão conduz, de facto, os autores de crónicas a ocuparem-se de espaços não europeus, embora formalmente o seu objeto privilegiado continue a ser os feitos portugueses, o que os leva a integrar o nível nacional e o nível supranacional e potencia o contacto com tradições textuais de diferentes origens, que usam como fontes.porCrónicas portuguesasSéculo XVILiteratura portuguesaLiteratura e memóriaAtar e liar a parede da história: a cronística portuguesa de quinhentosbook part