Alves, Fátima2026-02-202026-02-202023-12-16Alves, F. (2023, dezembro 16). Quando as partes não se diluem no todo: Ver além das diferenças. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/2023/12/opiniao-quando-as-partes-nao-se-diluem-no-todo-ver-alem-das-diferencas/http://hdl.handle.net/10400.2/21425Defende-se que a compreensão da complexidade socioecológica exige ir além da ideia de interdependência, evitando que a totalidade “apague” as partes. Sustenta-se que a sustentabilidade e o combate às alterações climáticas dependem do reconhecimento e da articulação entre saber científico e saberes locais, tradicionais e indígenas, bem como da negociação de conflitos e relações de poder em territórios marcados por exclusão e colonialidade. Propõe-se uma visão inclusiva orientada para reparação libertadora e para a construção de sociedades mais igualitárias, em respeito pela diversidade humana e não humana.pordiversidade de saberesdecolonialidadesustentabilidade socioecológicaDiário As BeirasArtigo de OpiniãoQuando as partes não se diluem no todo: ver além das diferençasnewspaper article