Batoréo, Hanna2022-07-202022-07-202022-06Batoréo, Hanna "A Linguística Cognitiva e o Mito da Linguagem como Instinto." In: Hanna Batoréo, coord. - Linguagem. Cognição. Cultura [Em linha]: teorias, aplicações e diálogos com foco na língua portuguesa (português europeu e português do Brasil). Lisboa: Universidade Aberta, 2022. 27- 45. (eUAb. Ciência e Cultura; 17). ISBN 978-972-674-922-6978-972-674-922-6http://hdl.handle.net/10400.2/12057O livro surge a partir da pesquisa desenvolvida no âmbito do núcleo de investigação do Grupo de Cognição, Linguagem e Comunicação Multimodal – CLCM (durante a sua vigência entre 2017 e 2020), ancorado no Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa (CLUNL).De entre todos os mitos linguísticos com que lidamos no dia-a-dia (cf. Bauer & Trudgill, 1998), o do mito da Linguagem como Instinto, inerente à tese chomskiana da Linguagem e da respectiva Gramática Universal (cf. Chomsky, 1986; Pinker, 1994), é considerado pela Linguística Cognitiva como o maior mito linguístico de sempre, tal como demonstrado por Evans (2014). No presente artigo, partimos da argumentação utilizada por Evans para refutar este mito, propondo, a seguir, uma reflexão teórica que foca a caracterização da Linguística Cognitiva na qualidade de uma abordagem englobante e plural quer do estudo da Linguagem baseada no uso quer da interacção entre Linguagem e a Cognição.Of all the linguistic myths used in our everyday language practice (cf. Bauer & Trudgill, 1998), the myth of the Chomsky’s thesis of Language Instinct rooted in the postulate of Universal Grammar (cf. Chomsky, 1986; Pinker, 1994) is considered by Cognitive Linguistics as the most outstanding myth of all times. We focus our attention on the discussion of this myth proposed and developed by Evans (2014), parting from this anchorage towards the characterisation of Cognitive Linguistics as a global and plural study of Language-in-use resulting from interaction of Language and Cognition.porLinguísticaLinguística portuguesaCogniçãoLinguagemLinguística cognitivaPsicolinguísticaNeurolinguísticaLíngua como instintoMitos linguísticosMito da linguagem como instintoLinguagem e CogniçãoLinguagem-em-usoCognitive LinguisticsLanguage and CognitionLinguistic mythsLanguage instinctThe myth of language instinctLanguage-in-useA linguística cognitiva e o mito da linguagem como instintobook parthttps://doi.org/10.34627/uab.cc.17