Vila Maior, Dionísio2019-05-032019-05-032019978-88-255-2085-9http://hdl.handle.net/10400.2/8155Desenvolve-se uma reflexão sobre a relação que, em Portugal, une os futuristas aos surrealistas, pelo que se apresenta uma visão crítica que incide em posicionamentos iconoclastas comuns, apontando para a transformação da “consciência coletiva” nacional: a relação entre a coletividade e o indivíduo (assente quer na atitude de indiferença, quer num posicionamento de confronto aberto); a proclamação de uma “verdade”, construída sobre a espontaneidade poética, a fantasia, o poder renovador do poeta e da poesia…; a crítica de teor manifestatário à mercantilização do estético, bem como a conceção triunfalista da “realidade absoluta”, do momento de criação estética e do papel transformador da poesia.porModernismoFuturismoManifestoManifesto literárioOrpheuFernando PessoaAlmada NegreirosMário de Sá Carneiro, 1890-1916Álvaro de CamposÓrficos e Surrealistas: o ‘puramente Si-próprio’ do Homem Portuguêsbook part