<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="static/style.xsl"?><OAI-PMH xmlns="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/ http://www.openarchives.org/OAI/2.0/OAI-PMH.xsd"><responseDate>2026-09-18T19:21:33Z</responseDate><request verb="GetRecord" identifier="oai:repositorioaberto.uab.pt:10400.2/650" metadataPrefix="dim">https://repositorioaberto.uab.pt/server/oai/request</request><GetRecord><record><header><identifier>oai:repositorioaberto.uab.pt:10400.2/650</identifier><datestamp>2025-01-15T17:42:47Z</datestamp><setSpec>com_10400.2_15393</setSpec><setSpec>com_10400.2_15392</setSpec><setSpec>col_10400.2_15396</setSpec></header><metadata><dim:dim xmlns:dim="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:doc="http://www.lyncode.com/xoai" xsi:schemaLocation="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim http://www.dspace.org/schema/dim.xsd">
   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="advisor">Serra, Fernando</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="author" lang="pt_PT">Encarnação, Francisco de Assis Ruivo da</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="accessioned">2009-01-26T16:30:58Z</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="issued" lang="pt_PT">2006</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="submitted" lang="pt_PT">2006</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="identifier" qualifier="citation">Encarnação, Francisco de Assis Ruivo da - Gestão do espaço e ambientes de trabalho no CRE [Em linha]. Lisboa : [s.n.], 2006. 85 p.</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="identifier" qualifier="uri">http://hdl.handle.net/10400.2/650</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description">Dissertação de Mestrado em Administração e Gestão Educacional apresentada à Universidade Aberta</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="abstract" lang="pt_PT">As alterações sociais e tecnológicas que têm acontecido nos últimos tempos levaram à formação da sociedade de informação. Assim, cabe aos professores e responsáveis pelas Biblioteca Escolar/Centro de Recursos, essencialmente, o repensar na responsabilidade que os mesmos têm nas diversas aprendizagens de toda uma comunidade educativa.&#xd;
A escola tem de se manter actualizada e despertar o interesse dos alunos, tem de diversificar os suportes onde disponibiliza a informação, pois tem de competir num ambiente onde o audiovisual e o digital predomina.&#xd;
Assim, há que questionar qual o papel da Biblioteca Escolar/Centros de Recursos Educativos, os seus fins e objectivos, assim como o modo como são utilizados os seus recursos e espaços.&#xd;
A Biblioteca Escolar/Centro de Recursos têm de ser considerados como um recurso essencial da escola, tendo em vista a preparação de indivíduos, capazes de sobreviverem e impor-se num tempo que se aproxima cada vez mais exigente e onde as pessoas preparadas e informadas vingarão com mais ou menos facilidade.&#xd;
A uma sociedade de informação não pode o nosso país virar as costas, correndo o risco de ficar para trás numa Europa e num Mundo onde o saber e o poder estão cada vez mais interligados – a globalização.&#xd;
No presente estudo dou a conhecer os resultados de um projecto de investigação, desenvolvido entre Janeiro a Dezembro de 2005 numa escola localizada no centro da cidade de Setúbal.&#xd;
A necessidade de fazer este trabalho, surgiu da consciencialização que fui tendo da importância da utilização do espaço da Biblioteca / Centro de Recursos Educativos de uma escola.&#xd;
Tem como finalidade abordar a forma como os utilizadores da B/CRE se apropriam dos espaços e ambientes de trabalho e a forma como os mesmos são geridos.&#xd;
As leituras feitas, os desafios que foram sendo propostos, despertaram cada vez mais, para a necessidade de fazer uma observação da realidade que vivemos “na escola” relativamente ao espaço da Biblioteca / Centro de Recursos Educativos.&#xd;
Assim, tendo em consideração a gestão de recursos e espaços, tornou-se útil investigar as diferentes modalidades de utilização.&#xd;
É também numa perspectiva de inovação que se desenvolve este trabalho, direccionando-o para a gestão e apropriação do espaço pelos utilizadores, investigar como o percepcionam e o que os leva a diferentes modos de interagir no mesmo.&#xd;
Começou a fazer cada vez mais sentido a intenção de perceber como se age relativamente à criação de ambientes, utilizando os recursos e espaços disponíveis.&#xd;
Este estudo foi construído de modo a dar resposta a estas e outras questões, porque cada vez mais a B/CRE constitui um núcleo de organização pedagógica escolar, vocacionado para as actividades culturais e para a informação, constituindo um instrumento essencial do desenvolvimento escolar.&#xd;
Desta forma, pretende-se contribuir para uma melhor compreensão do papel da B/CRE, a importância da sua gestão e apropriação deste espaço por parte dos seus utilizadores.&#xd;
Um espaço suficientemente grande, bem localizado, bem equipado constitui sem sombra de dúvida um factor importante que favorece um bom funcionamento de um B/CRE. É evidente que a gestão de espaços difere de estabelecimento para estabelecimento de ensino. Cabe a cada escola fomentar, dinamizar de acordo com o seu público esses mesmos espaços.&#xd;
Desta forma questiona-se de que modo professores e alunos de uma escola utilizam o CRE e de que modo o percepcionam?&#xd;
A “mudança” de que tanto se fala, e que é referenciado ao longo deste estudo, para existir efectivamente, tem de passar por um trabalho colectivo partindo da reflexão que os docentes e restante comunidade educativa façam da profissão docente e que se traduza na concretização de uma experiência, com significado para os alunos.&#xd;
Assim, actualmente, deve-se reforçar a capacidade de as escolas promoverem a sua própria transformação, com a introdução da inovação, da auto-formação dos professores e de renovação, através da criação/fruição dos seus CRE´s.&#xd;
Como já foi referido anteriormente o CRE é um espaço privilegiado para o desenvolvimento de um conjunto de novas capacidades e competências hoje em dia determinantes no sucesso dos alunos enquanto alunos e enquanto cidadãos da sociedade futura.&#xd;
Segundo Canário (1992), o CRE é onde se multiplicam as oportunidades de aprendizagem, é o lugar onde é oferecida uma multiplicidade de informação interactiva de extrema importância na nossa prática pedagógica e sobretudo na especificidade das disciplinas&#xd;
práticas, relativamente a temáticas, trabalhos de projecto e trabalhos de interdisciplinaridade.&#xd;
Foi numa perspectiva de inovação que se pretendeu desenvolver este trabalho, direccionando-o para a investigação das diferentes modalidades de utilização, gestão e percepção dos espaços do CRE, pelos seus utilizadores, numa tentativa de perceber a forma como os mesmos se apropriam dos espaços e recursos disponíveis.&#xd;
Durante muito tempo, a escola assentou num modelo de ensino centrado no professor, num dogmatismo programático, numa hiper-valorização das suas matérias. Fazendo tábua rasa de conhecimentos anteriormente adquiridos, não respondendo às diversidades e aos condicionamentos sócio-culturais dos alunos, cerceava, a maior parte das vezes, o seu direito ao sucesso e à cidadania. Ainda hoje se sentem as consequências deste tipo de escola visto que um grande número de alunos fica sentado diante do professor esperando receber dele todo o conhecimento onde turmas numerosas e conteúdos extensos completam actualmente o quadro da escola.&#xd;
A escola e as bibliotecas não podem ignorar os novos desafios que se lhes colocam quando os locais e as formas de aprendizagem são tão diversificados, quando o papel impresso não é já o único suporte de informação, quando o acesso à informação se pode fazer de formas tão diversas que o próprio conceito de biblioteca é posto em causa e ganha terreno a ideia da “biblioteca virtual”.&#xd;
Desta forma, levantaram-se as seguintes questões de investigação:&#xd;
• A localização das várias zonas de trabalho limita a permanência dos utilizadores do B/CRE?&#xd;
• Qual a frequência de utilização do CRE pelos alunos e docentes da escola?&#xd;
• Qual a relação entre os utilizadores, os recursos e os espaços?&#xd;
E tem como objectivos:&#xd;
• Apurar níveis de utilização do CRE por parte dos alunos e professores;&#xd;
• Compreender a relação que cada um tem com o espaço utilizado no CRE;&#xd;
• Identificar a forma como os utilizadores percepcionam os espaços do CRE;&#xd;
• Identificar zonas de trabalho preferenciais.&#xd;
Confrontado com as diferentes concepções de Centro de recursos, que são tidas pelos seus utilizadores e escolas, e com a problemática de Criação, Organização, Gestão e Animação de um Centro de Recursos, verificou-se existir uma série da aspectos que dão vida e alma a estes espaços, onde cada um a “seu” modo vai tentando inovar e contextualizar a escola&#xd;
nesta nova vaga, onde a revolução tecnológica “domina” a nossa sociedade. Assim como a introdução de novos recursos na escola poderá provocar mudanças significativas na escola, sendo elas muito mais significativas se nós potenciarmos esses recursos inserindo-os nas nossas práticas. «Uma escola mais eficaz, dos pontos de vista educativo e social supõe uma mudança de natureza das práticas pedagógicas, diversificação de práticas pedagógicas adequadas a um público social e culturalmente diferenciado.» Canário (1990).&#xd;
Assim, o trabalho segue a seguinte linhas de organização:&#xd;
Na introdução, descrevem-se os aspectos mais relevantes que caracterizaram este estudo, tais como objectivos de investigação e sua justificação, questões de investigação, objectivos e limitações do estudo.&#xd;
No capítulo um, apresenta-se um breve enquadramento da organização da Escola na teoria das organizações, o aparecimento e evolução do CRE.&#xd;
A evolução da Escola ao longo dos tempos, a influência que a reforma, inovação e mudança tiveram na acção educativa dos Centros de Recursos.&#xd;
No capítulo dois, é dado a conhecer o contexto onde se insere a investigação realizada: Biblioteca/Centro de Recursos Educativos de uma escola localizada no centro da cidade de Setúbal, a caracterização da escola e do meio, o Centro de Recursos, Recursos Materiais, Recursos Humanos, Funcionamento, Potencialidades Educativas, Animação / Actividades organizadas em colaboração com a B/CRE.&#xd;
No capítulo três identifico e justifico a metodologia usada neste estudo, de modo a fazer o seu enquadramento conceptual. Apresento pormenorizadamente os processos levados a cabo na recolha e análise dos dados e questionários, meios auxiliares e procedimentos&#xd;
No capítulo quatro são apresentadas as informações consideradas mais relevantes para este estudo e que foram obtidas através do questionário e observação participante. Para que haja uma melhor compreensão dos resultados dividiu-se este capítulo em três secções. Na primeira descrevem-se as características dos utilizadores professores e alunos inquiridos; na segunda, frequência, permanência e utilização do Centro de Recursos e a terceira percepção e apropriação dos espaços e zonas de trabalho.&#xd;
No capítulo cinco, são analisados os resultados dos inquéritos realizados. Apresentam-se as conclusões e uma reflexão sobre o estudo onde se pretende responder às questões mais pertinentes que o orientaram: analisar a utilização dos espaços físicos e zonas de trabalho de uma Biblioteca/Centro de Recursos de um estabelecimento de ensino público</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_PT">Bibliotecas escolares</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_PT">Centro de recursos</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_PT">Educação</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_PT">Organização escolar</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_PT">Recursos educacionais</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="title" lang="pt_PT">Gestão do espaço e ambientes de trabalho no CRE</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="type">master thesis</dim:field>
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