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   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="advisor">Teixeira, António</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="author" lang="pt_PT">Louro, Lília Maria Gonçalves</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="accessioned">2009-01-26T16:28:28Z</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="issued" lang="pt_PT">2007</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="submitted" lang="pt_PT">2007</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="description">Dissertação de Mestrado em Relações Interculturais apresentada à Universidade Aberta</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="abstract" lang="pt_PT">O contexto actual da integração europeia procura ultrapassar a dimensão meramente&#xd;
económica e tem condicionado alterações sociais e políticas nos Estados membros o que&#xd;
nos leva a reavaliar estruturas enraizadas como o Estado nação e valores até agora&#xd;
incontestáveis como a identidade nacional. Neste sentido, o interesse na ideia europeia e&#xd;
no seu relacionamento com as identidades nacionais tem assumido preponderância na&#xd;
literatura dos últimos trinta anos. Esta temática refere principalmente o problema de&#xd;
percebermos se as novas estruturas e identidades que serão criadas irão ao encontro das&#xd;
necessidades e interesses tal como as antigas e familiares ou, por outras palavras, está&#xd;
em causa a possibilidade da legitimidade da identidade europeia em oposição às&#xd;
identidades nacionais existentes.&#xd;
Neste sentido, decidimos usar as teorias de formação da identidade nacional para o&#xd;
enquadramento conceptual. Apresentamos algumas teorias importantes de formação da&#xd;
nação e da identidade nacional, para chegar à análise da formação da identidade&#xd;
europeia, apenas aflorando o aspecto da legitimação do poder, separando assim o&#xd;
problema da identidade europeia do problema da legitimidade das instituições&#xd;
europeias.&#xd;
Há uma razão fundamental para o actual interesse no impacto cultural da unificação&#xd;
europeia que jaz no problema da própria identidade. As instituições europeias afastaram&#xd;
o limite representado pelo adjectivo “económicas” e apenas se chamam Europeias sem&#xd;
mais nenhuma especificação, numa percepção de que a integração nos níveis legal e&#xd;
económico sozinhas não criarão uma Europa unida. Ou seja, a ideia da Europa como&#xd;
fundamento de uma identidade é estimulada pelo procura da União Europeia (UE) de&#xd;
instrumentos de legitimização dessa identidade.&#xd;
No nosso estudo vamos questionar de que forma é que este objectivo é particularmente&#xd;
prosseguido através da recente introdução de uma política cultural europeia,&#xd;
considerando que esta foi concebida, com maior consciência política, como um&#xd;
instrumento para construir uma identidade cultural para a Europa da União Europeia,&#xd;
nomeadamente através da introdução da cidadania europeia.&#xd;
Especialmente quando se trata de uma identidade social emergente é crucial analisar os&#xd;
meios usados para a sua construção. Assim, o nosso propósito neste estudo não foi&#xd;
definir os elementos da identidade europeia, mas considerar o tipo de meios usados na&#xd;
criação dessa identidade para a avaliação dos seus efeitos e, tão ou mas mais importante,&#xd;
porque nos dão pistas para o tipo de identidade a que se dirigem.&#xd;
Vamos também estudar o conjunto de iniciativas simbólicas que se dirigem&#xd;
directamente à criação de um sentimento de pertença comum, que englobam a bandeira,&#xd;
uma divisa, o hino, o dia da UE, a moeda única, que foram criadas com o objectivo de&#xd;
criação da “Europa dos povos”.&#xd;
Seguindo este raciocínio, analisámos a política para a educação prosseguida pelas&#xd;
instituições europeias, cujo objectivo é económico mas paralelamente procura reforçar&#xd;
nos jovens europeus o sentimento de pertença a um território alargado. Esta política tem&#xd;
apenas competências nos assuntos da educação estritamente limitadas a assuntos de&#xd;
carácter geral e de formação vocacional, ao mesmo tempo que respeita a&#xd;
responsabilidade dos Estados membros na organização das políticas e conteúdos&#xd;
educativos. Porém, a introdução da “dimensão europeia na educação”, um conceito da&#xd;
UE, vai mais longe do que a simples cooperação e pretende a dinamização partilhada do&#xd;
desenvolvimento das instituições e do sector educativo, atribuindo à mobilidade um&#xd;
papel crucial.&#xd;
Finalmente, debruçámo-nos sobre a acção desenvolvida para o estímulo à mobilidade&#xd;
dos estudantes do ensino superior, principalmente através do estudo do programa de&#xd;
mobilidade Erasmus. Analisamos a sua génese, evolução e concretização, em particular,&#xd;
na Universidade de Lisboa e nos estudantes em mobilidade no segundo semestre do ano&#xd;
de 2005-2006</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_PT">Educação</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="title" lang="pt_PT">A mobilidade de estudantes no espaço de ensino superior europeu como forma de construção de uma identidade europeia: estudo de caso da Universidade de Lisboa</dim:field>
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