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   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="advisor">Marques, Maria do Céu</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="author">Carvalho, Paula Cristina Freire Guerra Moura de</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="accessioned">2009-07-11T13:48:39Z</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="available">2009-07-11T13:48:39Z</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="issued">2009</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="identifier" qualifier="uri">http://hdl.handle.net/10400.2/1356</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description" lang="en">Dissertação de Mestrado em Estudos Americanos apresentada à Universidade Aberta</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="abstract">A morte continua a ser uma das realidades mais interpretadas pelas culturas, pelas&#xd;
religiões e pelas ciências. As atitudes diante do fim da vida continuam a ser reveladas tanto&#xd;
pela espiritualidade como pelo medo. Os Estados Unidos da América, como nação singular&#xd;
no seu “way of life”, a partir da Guerra Civil (1861-1865) adoptou posturas e práticas&#xd;
mortuárias que se conservam até aos dias de hoje, tendo determinado a expansão de uma&#xd;
indústria funerária e criado um “way of death” único no mundo.&#xd;
Ao longo da sua história, a sociedade americana tem mudado de forma dramática a&#xd;
relação com os seus mortos. Nunca deixando de ser uma comunidade em que os vivos e os&#xd;
mortos se encontram demasiadas vezes, os americanos, talvez por isso mesmo, não abdicam&#xd;
de procurar uma certa intimidade com o corpo morto. Essa familiaridade, alterada e&#xd;
substituída gradualmente ao longo desse tempo por fundamentos e acontecimentos culturais,&#xd;
sociais, políticos, científicos e até tecnológicos, continua a ser uma condição indispensável à&#xd;
morte. O cinema e a ficção televisiva actuais, contínuos símbolos culturais de quem os&#xd;
produz, confirmam a excessiva mostragem do cadáver como portador da verdade.&#xd;
Sendo o embalsamamento a prática mortuária que mais distingue os americanos dos&#xd;
costumes funerários de outros povos, também é o que legitima a maioria dos seus académicos&#xd;
a afirmar que a América denuncia uma negação da morte.&#xd;
Esta dissertação pretende fazer uma análise histórica, social e cultural desse peculiar&#xd;
“way of death”, reflectindo se os americanos aceitam ou negam a morte mais do que os&#xd;
outros.&#xd;
Como obra de referência do nosso estudo elegemos Six Feet Under, uma série de&#xd;
televisão criada por Alan Ball e como obras literárias de apoio escolhemos Reading Six Feet&#xd;
Under, uma compilação de ensaios e Rest in Peace, de Gary Laberman</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="abstract">Death continues to be one of the realities more represented by cultures, religions and&#xd;
sciences. When confronted with the end of life attitudes continue to be revealed through&#xd;
mysticism and fear. The United States of America as a nation with a singular way of life,&#xd;
after the Civil War (1861-1865) adopted funerary practices, that are still in use today, and&#xd;
produced the development of a “death care industry” and created a distinct way of death.&#xd;
In the three hundred years of history, American society has changed dramatically its&#xd;
relation with the dead people. Enduring as a community where the living come across the&#xd;
dead frequently, Americans, and maybe as a result of that affinity, claim on enclose a certain&#xd;
intimacy with the corpse. A familiarity that has changed gradually due to cultural, social,&#xd;
political, scientific and even technological arguments and events, but prevail as an&#xd;
indispensable condition when death happens. Current cinema and television, constant cultural&#xd;
symbols from who produce them, persist on exposing the corpse as the container of the truth.&#xd;
Embalming is the mortuary practice that differs Americans from other people’s funerary&#xd;
customs, and it’s also what scholars use to justify their statement that America is a “death&#xd;
denial nation”.&#xd;
This dissertation pretends to do an historical, social and cultural analysis about that&#xd;
peculiar way of death, debating if Americans accept or deny death more than others.&#xd;
s a reference we select Six Feet Under, a television series created by Alan Ball, and to support&#xd;
our study we choose Reading Six Feet Under, a compilation of essays, and Rest in Peace,&#xd;
written by Gary Laderman.</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="language" qualifier="iso" lang="en">por</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">História</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Sociedade americana</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Cultura americana</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Rituais</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Hábitos</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Programas de televisão</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Crença religiosa</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Grupos étnicos</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Costumes e tradições</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Estados Unidos da América</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="title" lang="en">Six feet under : a temática da morte nos Estados Unidos da América</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="type">master thesis</dim:field>
   <dim:field mdschema="dspace" element="entity" qualifier="type">Publication</dim:field>
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   <dim:field mdschema="rcaap" element="type" lang="en">masterThesis</dim:field>open.access</dim:dim></metadata></record></GetRecord></OAI-PMH>