<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="static/style.xsl"?><OAI-PMH xmlns="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/ http://www.openarchives.org/OAI/2.0/OAI-PMH.xsd"><responseDate>2026-09-24T07:04:55Z</responseDate><request verb="GetRecord" identifier="oai:repositorioaberto.uab.pt:10400.2/1352" metadataPrefix="dim">https://repositorioaberto.uab.pt/server/oai/request</request><GetRecord><record><header><identifier>oai:repositorioaberto.uab.pt:10400.2/1352</identifier><datestamp>2025-01-15T17:35:25Z</datestamp><setSpec>com_10400.2_15393</setSpec><setSpec>com_10400.2_15392</setSpec><setSpec>col_10400.2_1263</setSpec></header><metadata><dim:dim xmlns:dim="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:doc="http://www.lyncode.com/xoai" xsi:schemaLocation="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim http://www.dspace.org/schema/dim.xsd">
   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="advisor">Coelho, Paula Mendes</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="author">Ribeiro, Isabel Teixeira</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="accessioned">2009-07-11T10:13:45Z</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="issued">2008</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="identifier" qualifier="citation">Ribeiro, Isabel Teixeira - A problemática da cidade no universo poético-narrativo de Georges Rodenbach (1955-1898) [Em linha]. [Lisboa] : [s.n.], 2008. 124 p.</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="identifier" qualifier="uri">http://hdl.handle.net/10400.2/1352</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description" lang="en">Dissertação de Mestrado em Estudos Francófonos apresentada à Universidade Aberta</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="abstract" lang="en">Este projecto insere-se no âmbito do primeiro Mestrado em Estudos Francófonos leccionado em Portugal pela Universidade Aberta e propõe-se investigar um poeta primordial para as letras francesas da Bélgica e para as letras de expressão francesa, em geral, no que respeita ao movimento simbolista. Este autor foi dado a conhecer no Seminário de Literatura Francófona II, orientado pela Professora Doutora Paula Mendes Coelho, tendo suscitado um grande interesse e curiosidade. Considerado como o mais parisiense dos belgas da sua época e um dos membros mais originais e autónomos do simbolismo belga, Georges Rodenbach ainda é muito pouco conhecido no nosso país, apesar de ser um autor com uma obra muito multifacetada, em virtude de ter trabalhado diferentes géneros, tanto literários, como jornalísticos: poesia (Ex. La Jeunesse Blanche, 1886), romance (Ex. Bruges-la-Morte, 1892), teatro (Ex. Le voile, 1894), conto (Ex. Musée de Béguines, 1894), crónicas e crítica literária, como por exemplo, no jornal Le Figaro, e de ter apresentado uma moderna e inovadora poética de correspondências a partir das quais reproduz as impressões mais sensíveis da (sua) vida interior, partindo do universo (citadino) exterior para uma procura incessante da identidade pessoal / colectiva. Rodenbach centra-se num espaço psicológico circunscrito à memória de um tempo passado na pátria-mãe: a Flandres. Deambulando imaginariamente, capta na paisagem, nas fachadas, nas ruas, nos canais, a nostalgia típica das cidades do norte e, com os seus sentidos despertos, apodera-se da «alma das coisas». Conhecido o fascínio deste poeta pela cidade, enquanto sinónimo de vida e de morte, é precisamente a problemática da cidade no universo poético-narrativo deste autor flamengo do século XIX de língua e cultura francesas que esta dissertação pretende questionar. Esta temática está sempre presente na sua obra; seja, através dos elementos materiais: torres, muros, cais, sinos, «pignons», cortinas de renda; seja, através das reminiscências distantes dos domingos tristes de Inverno ou do tocar melancólico dos sinos, quebrando o silêncio soturno das praças e das ruas desabitadas e penumbráticas. O trabalho em questão tenciona demonstrar que a arquitectura e o espírito das cidades flamengas condicionam / inquietam o discurso de Georges Rodenbach, ao ponto dos elementos humanos se (con)fundirem com o espaço envolvente e vice-versa.</dim:field>
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   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Rodenbach, Georges, 1855-1898</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Literatura belga</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Século XIX</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Língua francesa</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Cidade</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="en">Flandres</dim:field>
   <dim:field mdschema="dc" element="title" lang="en">A problemática da cidade no universo poético-narrativo de Georges Rodenbach (1955-1898)</dim:field>
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