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dc.contributor.authorMendes, António Quintas-
dc.contributor.authorMorgado, Lina-
dc.contributor.authorAmante, Lúcia-
dc.date.accessioned2020-06-02T10:08:31Z-
dc.date.available2020-06-02T10:08:31Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationQuintas-Mendes, A., Morgado, L., Amante, L. (2006). Psicologia das Interações Online e Elearning, In, Actas das I Jornadas Internacionais do Centro de Estudos em Educação e Inovação: Paradigmas Educacionais em Mudança, pp-1-13, Lisboa: Universidade Abertapt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.2/9745-
dc.description.abstractAs complexidades da CMC reflectem-se na diversidade dos modelos teóricos que tentam explicar as implicações da comunicação electrónica. As diferentes aproximações não são necessariamente contraditórias, mas enfatizam qualidades ou características diferentes da CMC. Cinco dos modelos mais proeminentes serão aqui revistos: o modelo da Presença Social, o modelo da Riqueza dos Media, o modelo das Pistas Sociais Reduzidas, o modelo da Identidade Social e o modelo da Comunicação Hiperpessoal. Os estudos iniciais sobre CMC tendiam a ver esta forma de comunicação como impessoal e muito limitada para expressar emoções e interacções sociais complexas. Contudo, as investigações mais recentes mostram que a comunicação electrónica pode promover comunicação relacional muito rica e ainda ser efectiva na resolução de problemas ou na obtenção de resultados e na consecução de objectivos em tarefas realizadas a distância. A compreensão destes processos de comunicação passa por análises detalhadas de variáveis como os processos de comunicação nos grupos, a utilização diferencial dos “canais” de comunicação verbais e não verbais em contextos face-a-face e em contextos virtuais, e a construção social, em contextos mediatizados, de processos de conexão, ligação e criação de proximidade psicológica. Os estudos mostram que em vários indicadores de bem estar no grupo ou até mesmo nos níveis de eficácia na tarefa se observam melhores resultados nos grupos virtuais do que nos grupos face-a-face, desde que seja controlada a variável tempo, sendo que um dos resultados emergentes é o de que os grupos virtuais demoram mais tempo a socializarem-se e a chegar aos seus objectivos do que os grupos face-a face. Na presente comunicação são discutidas algumas hipóteses explicativas destes resultados algo surpreendentes e analisadas as suas consequências para os contextos de educação online. Sugere-se que temos já hoje uma compreensão razoável dos processos de comunicação e interacção online e que estes conhecimentos deveriam enformar as práticas dos que trabalham em Educação Online e em Educação a Distância.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherUniversidade Abertapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/pt_PT
dc.subjectInteração onlinept_PT
dc.subjectModelos de comunicação CMCpt_PT
dc.subjectPsicologia das interações onlinept_PT
dc.subjectEducação a distânciapt_PT
dc.titlePsicologia das interações online e elearningpt_PT
dc.typeconferenceObjectpt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
degois.publication.firstPage1pt_PT
degois.publication.lastPage13pt_PT
degois.publication.titleActas das I Jornadas Internacionais do Centro de Estudos em Educação e Inovação: Paradigmas Educacionais em Mudançapt_PT
degois.publication.locationLisboapt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
Appears in Collections:LE@D - Laboratório de Educação a Distância e Elearning | Comunicações congressos, conferências, seminários / Communications

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