Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.2/775
Título: Itinerários na representação do corpo : um olhar sobre Sylvia Plath e Muriel Rukeyser
Autor: Almeida, Valentina Isabel Oliveira de
Orientador: Avelar, Mário
Palavras-chave: Literatura americana
Cultura americana
Corpo humano
Representações sociais
American literature
American culture
Social representations
Sylvia Plath
Muriel Rukeyser
Body imagery
Representations
Panoptic
Gaze
Glance
Touch
Other
Otherness
Mythology
Data de Defesa: 2007
Citação: Almeida, Valentina Isabel Oliveira de - Itinerários na representação do corpo [Em linha] : um olhar sobre Sylvia Plath e Muriel Rukeyser. Lisboa : [s.n.], 2007. 2 vol.
Resumo: Este estudo procura descrever e analisar de que forma Muriel Rukeyser e Sylvia Plath utilizam a imagética corporal nos seus textos, testando paradigmas e os limites da representabilidade, numa sociedade predominantemente visual. Estas imagens são confrontadas com outras fontes contemporâneas (nomeadamente fotográficas ou pictóricas) e com representações anteriores do feminino ou de corpos marginais, com o objectivo de, por um lado, auxiliar a leitura crítica da obra e, por outro, aferir da sua presença e restruturação no texto enquanto consequência de factores sociais, políticos e culturais específicos. Ao estudar as representações do corpo, consideram-se os contributos teóricos de Michel Foucault e, nomeadamente, a sua noção de corpo dócil e a aplicação da figura do panóptico à sociedade moderna, mas também o conceito de um corpo vivido, postulado por Merleau-Ponty. O corpo social construído sob o predomínio de um olhar fixo (“gaze") é desconstruído pela possibilidade perceptiva do olhar passageiro ou do vislumbrar (“glance") e pela importância do toque. Na desconstrução das representações corporais de um Outro, onde o Feminino surge como figura de alteridade, pondera-se ainda as possibilidades de uma revisão e rescrita dos mitos tradicionais ou a criação de uma “biomitografia" própria.
This study examines the ways in which Muriel Rukeyser and Sylvia Plath dwell upon body imagery in their works, consciously or unconsciously challenging the limits of social representation. This imagery is compared with the prevalent body imagery in other contemporary sources (such as photography and painting), as well as with previous representations of the female body or with representations of otherness, looking upon, on the one hand, to the critical reading of the work itself and, on the other hand, to the presence of this body imagery as a consequence of a restructuring of specific social, political, and cultural aspects. The theoretical framework for this study relies on the writings of Michel Foucault (namely on his concept of “docile bodies" and his scopic regime of surveillance and panoptic domination), and on the concept of a lived body developed by Merleau-Ponty. The body as a social construct, structured under a paralysing gaze, is deconstructed through the possibilities of the glance and the significance of touch. To critically deconstruct mythical narratives by including woman as subject or by establishing the grounds for a possible “biomythography" serves the purpose of deconstructing representations of Otherness and of women as a peripheral Other
Descrição: Tese de Doutoramento em Estudos Americanos apresentada à Universidade Aberta
URI: http://hdl.handle.net/10400.2/775
Aparece nas colecções:Estudos Americanos / American Studies

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