Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.2/443
Título: Tree by Tolkien : J.R.R. Tolkien e a teoria dos contos de fada
Autor: Raposeira, Sílvia do Carmo Campos
Orientador: Prata, Ricardo
Palavras-chave: Tolkien
English literature
Fairy-story
Fantasy
Subcreation
Mythology
Faërie
Data de Defesa: 2006
Citação: Raposeira, Sílvia do Carmo Campos - Tree by Tolkien [Em linha] : J.R.R. Tolkien e a teoria dos contos de fada. Lisboa : [s.n.], 2006. 203 p.
Resumo: J.R.R. Tolkien é mais conhecido pelo público devido à obra The Lord of the Rings (pub. 1954-55), contudo o autor deu ainda um importante contributo para a teorização sobre o género fantástico, o qual apelidou de fairy-stories. O conto de fadas obedecia, segundo Tolkien, a um conjunto de factores, como por exemplo a Recuperação, o Escape, a Consolação e a Eucatástrofe (Final Feliz), os quais defende no ensaio “On Fairy-Stories" (1938-39). A sua teoria sobre os contos de fadas encontra-se na base de grande parte da sua obra literária, assim como também está presente a sua visão da verdade última do mito e a noção de subcriação. De modo a verificar a utilização da sua teoria, foram escolhidos dentro do universo literário de Tolkien três contos menos conhecidos, “Leaf by Niggle" (pub. 1945), “Farmer Giles of Ham" (pub. 1949) e “Smith of Wootton Major" (pub. 1967). A opção por estes contos prende-se ainda com o facto de Tolkien não os incluir no seu esforço de subcriação de uma mitologia para Inglaterra, ou seja, de os excluir da sua mitologia dedicada a Arda e aos continentes de Aman e Middle-earth, apesar das muitas semelhanças verificadas. Por fim, no conto "The Lay of Eärendil", inserido no livro The Silmarillion (pub. 1977) e, por conseguinte, na noção de subcriação de uma mitologia para Inglaterra, serão abordadas as diferenças e semelhanças com os três contos referidos, tendo sempre em conta a teoria dos contos de fadas e da verdade do mito segundo Tolkien
Abstract: J.R.R. Tolkien is better known by the public owing to his work The Lord of the Rings (pub. 1954-55); however the author has also given a huge contribution in the theorization on the fantastic, which he called fairy-stories. According to Tolkien own views, a fairy-story enclosed a certain set of elements, such as Recovery, Escape, Consolation, and Eucatrastophe (Happy Ending), which are defended in his essay “On Fairy-Stories" (1938-39). His theory on fairy-stories is the foundation of a large amount of his literary work, but his vision about the truth behind myth and his conception of Subcreation are also present. In order to substantiate the use of his theory, three less known fairy-tales have been chosen out of his literary universe, “Leaf by Niggle" (pub. 1945), “Farmer Giles of Ham" (pub. 1949) and “Smith of Wootton Major" (pub. 1967). The preference for these tales is also related to the fact that Tolkien has not included them on his effort to subcreate a mythology for England, that is, he has excluded them from the mythology dedicated to Arda and to the continents of Aman and Middle-earth, despite the many similarities. At last, in the tale “The Lay of Eärendil", which is included in the book The Silmarillion (pub. 1977) and furthermore in the concept of subcreating a mythology for England, the differences and similarities with the three tales previously mentioned will be analyzed, always considering Tolkien’s theories on fairy-stories and on the truth behind the myth
Descrição: Dissertação de Mestrado em Estudos Ingleses apresentada à Universidade Aberta
URI: http://hdl.handle.net/10400.2/443
Aparece nas colecções:Mestrado em Estudos Ingleses / Master's Degree in English Studies - TMEI

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