Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.2/4384
Título: A luz que ilumina O Lodo : representações existencialistas
Autor: Ribeiro, Luísa Maria da Silva
Orientador: Vasconcelos, Ana Isabel
Palavras-chave: Cortês, Alfredo, 1880-1946
História do teatro
Produção teatral
Representações teatrais
Existencialismo
Data de Defesa: 2015
Citação: Ribeiro, Luísa Maria da Silva - A luz que ilumina O Lodo [Em linha] : representações existencialistas. [S.l.] : [s.n.], 2015. 123 p.
Resumo: A presente pesquisa incide sobre a análise da peça O Lodo, de Alfredo Cortez, representada pela primeira vez a 2 de julho de 1923, e sobre as tendências estéticas que nela estão presentes. Da produção dramática deste autor foi escolhido este texto pelo seu caráter vanguardista e pela polémica que o mesmo desencadeou aquando da sua subida à cena, pela mão do autor. Numa primeira fase, faz-se a contextualização política, social e cultural da obra, com particular atenção ao ano de 1923, e o enquadramento teórico, em torno das estéticas naturalista e existencialista e das principais vozes que as sustentam. Relativamente ao naturalismo em Portugal, destaca-se Júlio Lourenço Pinto, enquanto que para o existencialismo sobressaem Kierkegaard, Heidegger e Sartre. Neste âmbito, recuperam-se as características que distinguem os dois pensamentos, dando conta da evolução estética verificada em Portugal entre o fim do século XIX e a segunda década do século XX, no que ao teatro diz respeito. Numa segunda parte, é feita a análise da peça que constitui o corpus desta investigação, de forma a comprovar a presença de representações de teor existencialista, embora este movimento só tivesse a sua materialização alguns anos mais tarde. Para levar a bom termo este estudo, analisa-se a reação que o texto teve aquando da sua primeira representação, com base em documentos encontrados nos periódicos coevos. Finalmente, são apontadas as conclusões desta investigação, no que diz respeito à prevalência do postulado existencialista na peça O Lodo, assim como ao posicionamento do seu autor no panorama literário e dramatúrgico português.
The present research focuses on the analysis of the play O Lodo, from Alfredo Cortez, presented for the first time on the 2nd July 1923, and about the aesthetic tendencies present on it. From the drama production of this author, this play was chosen because of its vanguard characteristics and because of the discussion caused by it when it was dramatized by the author. Firstly, the play is historically and culturally contextualized, playing special attention to the year of 1923. The theoretical background is also made, specially focusing on naturalism and existentialism and on the main voices that support these tendencies. Regarding naturalism in Portugal, Júlio Lourenço Pinto is highlighted, and regarding existentialism Kierkegaard, Heidegger and Sartre are discussed. To do so, the characteristics that distinguish the two tendencies are considered and the aesthetic evolution in Portugal between the end of the 19th century and the second decade of the 20th century, in what drama is concerned, is analysed. Secondly, the play that constitutes the corpus of this investigation is analysed, in order to prove the presence of existentialist representations in it. A brief study of the reaction that the play gave origin to is done, taking into account documents found in periodicals. Finally, the conclusions of this investigation will be presented, on what the prevalence of existentialist presence in the play O Lodo is concerned, as well as the author’s role in the Portuguese literary and drama history.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Literatura e Cultura Portuguesas apresentada à Universidade Aberta
URI: http://hdl.handle.net/10400.2/4384
Aparece nas colecções:Mestrado em Literatura e Cultura Portuguesas / Master's Degree in Portuguese Literature and Culture - TMLCP

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