Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.2/3674
Título: O percurso da gestão de uma escola pública em Portugal no caminho para a autonomia
Autor: Pires, Maria José
Seabra, Filipa
Palavras-chave: Autonomia
Diretores
Gestão escolar
Data: 2011
Editora: Insituto Politécnico da Guarda. Escola Superior de Educação Comunicação e Desporto
Citação: Pires, Maria José; Seabra, Filipa - O percurso da gestão de uma escola pública em Portugal no caminho para a autonomia. In SPCE 2011. Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, 11, Guarda, 2011 - "Livro de atas do XI congresso... " [Em linha]. Coordenado por Carlos Sousa Reis e Fernando Sá Neves. Guarda : Instituto Politécnico da Guarda, 2011. ISBN 978-972-8681-35-7. Vol. 3, p. 49-54
Resumo: Face às mudanças impulsionadas pela sociedade do conhecimento e da globalização, é exigida uma nova postura, uma melhoria no serviço público prestado, através da capacidade de intervenção do órgão de gestão e administração – o director, sujeito não apenas de maior autonomia, mas também de maior responsabilidade individual expressa pelo conceito de prestação de contas ou accountability. Esta autonomia deve corresponder a maior responsabilização, que se exprime na auto-organização da escola, na criação de estruturas operacionais, de coordenação e supervisão pedagógica que funcione em condições de equidade e qualidade. São necessárias pessoas que ponham as ideias em prática, que construam um ideário que se concretize num projecto para a escola, pois entramos numa “nova era” mais exigente que no passado. Perante a diversidade de desafios e tarefas que se prevêem, é de um bom desempenho que a escola necessita (Decreto-Lei n.º 75/2008, pp. 2341-2346). A presente comunicação apresenta parcialmente os resultados de uma dissertação de Mestrado em Administração e Planificação da Educação, em fase de conclusão, sobre o conhecimento da acção dos directores de escolas públicas básicas e secundárias em Portugal, caracterizando a forma como desempenham os seus cargos, identificando as suas formas de dirigir, avaliando os impactos organizacionais daí decorrentes e a influência que esta multiplicidade de factores exerce na relação com os docentes e a comunidade educativa, mas também a forma como utilizam a autonomia de que dispõem. Os resultados agora apresentados decorrem da aplicação de um inquérito por questionário a (n=120) docentes de duas escolas com ensino básico e secundário, com vista a analisar as percepções dos docentes sobre a gestão e autonomia das escolas. O estudo revelou, face ao novo modelo de gestão, administração e autonomia, preconizado pelo Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de Abril, passados três anos da sua implementação, desacordo por parte dos professores questionados, na medida em que consideram que deu lugar a maior controlo do Ministério da Educação sobre o funcionamento das escolas; maior concentração de poderes no órgão de gestão; mais burocracia administrativa; os professores perderam poderes e dividem-se quanto à existência de inovações para melhor dignas de registo.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.2/3674
ISBN: 978-972-8681-35-7
Versão do Editor: http://www.ipg.pt/11congresso-spce/
Aparece nas colecções:Ciências da Educação - Comunicações em congressos, conferências, seminários/Communications in congresses, conferences, seminars

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