Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.2/3391
Título: O massacre ritual dos inimigos nos templos ptolomaicos
Autor: Sales, José das Candeias
Palavras-chave: Egiptologia
Período ptolomaico
Iconografia
Arquitetura
Data: 2008
Editora: Editora Caleidoscópio
Citação: Sales, José das Candeias - O massacre ritual dos inimigos nos templos ptolomaicos. In Santos, António Ramos dos; Varandas, José, coord. - "A guerra na Antiguidade II [Em linha]. Lisboa : Editora Caleidoscópio, 2008. ISBN 978-989-8129-35-2. p. 61-87
Resumo: O período dos Ptolomeus no Egipto é seguramente a continuação de períodos anteriores. Os grandes templos de Filae, Kom Ombo, Edfu, Esna e Dendera (enunciados de Sul para Norte) visitados na actualidade por milhões de turistas de todo o mundo, são obra dessa mal conhecida e, por vezes, até desprezada dinastia ptolomaica. Os Ptolomeus foram, de facto, os últimos grandes construtores no Egipto: se exceptuarmos os edifícios muçulmanos, os últimos grandes monumentos erigidos em solo egípcio têm a sua chancela. Numa perspectiva de história de arte centrada nas produções arquitectónicas elaboradas em território egípcio, os templos do período ptolomaico concentram em si a essência de 3000 anos de história arquitectónica contínua, alcançando a perfeição de estilos pictóricos-iconográficos com milhares de anos. A organização e decoração destes templos, perfeitos em termos canónicos, podem passar, e passam frequentemente, por modelos do templo egípcio clássico. Na verdade, são estes templos a dar-nos hoje a melhor ideia do que era ou deveria ter sido um templo egípcio. A cultura arquitectural a que se recorre não é de todo a helénica, mas a egípcia. A própria língua em que estão inscritos os textos litúrgicos nas suas paredes e muros está mais próxima do egípcio do Império Médio (o egípcio clássico) do que da língua falada na época da sua construção e embelezamento. Seguindo a estrutura plástica egípcia, os muros e as colunas das grandes construções e representações religiosas estão repletos de baixos relevos e cenas retiradas do tradicional repertório egípcio. O tema que aqui destacamos, ou seja, as cenas de massacre dos inimigos, também designadas como cenas de triunfo, alcançou sempre uma particular relevância no âmbito da ideologia faraónica.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.2/3391
ISBN: 978-989-8129-35-2
Aparece nas colecções:História, Arqueologia e Património - Capítulos/artigos em livros nacionais / Book chapters/papers in national books

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