Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.2/2944
Título: Comunidades virtuais de prática : contextos educacional, profissional e sociedade civil
Autor: Rocha, Maria Antonieta
Orientador: Pereira, Alda
Palavras-chave: Comunidades virtuais
Comunidades de prática
Ciberespaço
Internet
Redes de conhecimento
Ambiente profissional
Sociedade
Elearning
Trabalho colaborativo
Conetivismo
Estudo de casos
Virtual communities of practice
Networks
Connectivism
Group
Collective
Data de Defesa: 2013
Citação: Rocha, Maria Antonieta - Comunidades virtuais de prática [Em linha] : contextos educacional, profissional e sociedade civil. Lisboa : [s.n.], 2013. 2 vol.
Resumo: Face à atual ecologia da Web 2.0 e poder da Rede global, o presente estudo desenvolve uma análise da importância e enriquecimento que verdadeiras comunidades virtuais de prática potenciam bem como, a fim de que possam ser disseminadas, averigua as suas características e boas práticas em três diferentes contextos: educacional, profissional e sociedade civil. As opções metodológicas da nossa investigação recaíram na adoção de uma abordagem qualitativa e estudos de caso múltiplos. Relativamente à recolha de dados optámos inicialmente pela observação à dinâmica das sete comunidades a que se seguiram entrevistas semi-diretivas e um questionário online aos membros de todas as comunidades estudadas. A análise efetuada evidenciou que, das sete comunidades estudadas, apenas a comunidade em contexto educacional e as duas em contexto profissional se afiguram como comunidades virtuais de prática. Constatou-se ainda que no contexto da sociedade civil, ao invés de comunidades virtuais de prática, encontrámos uma tendência para a existência de redes. Emergiu da análise dos casos estudados que para a formação e proliferação de uma comunidade virtual de prática – identificada no contexto educacional e profissional - é determinante a vontade expressa de um conjunto de indivíduos que se identifiquem, entre si, e com um domínio reconhecido como relevante num espaço sem hierarquia explícita, não tutelar nem tutelado, sem demasiada estruturação. A resposta à dúvida colocada como a partilha de experiência assume-se fundamental para alimentar estas comunidades. Verificámos ainda que, para que uma comunidade virtual de prática seja dinâmica e possa proliferar, importa ter em conta alguns aspetos: (a) rejeição de controlo; (b) democracia; (c) liderança horizontal e partilhada; (d) estruturação moderada; (e) tecnologia facilitadora de interação e dinâmica; (f) conhecimento anterior entre alguns membros. Por último, constatámos a importância de comunidades virtuais de prática constituídas por pares, fora de controlo empresarial ou tutelar, mas antes enquanto formas organizativas informais. Com efeito, estas propiciam a partilha e discussão das temáticas e atividades inerentes a cada carreira profissional.
Given the current ecology of Web 2.0 and the power of the global network, this study develops an analysis of the importance and enrichment that real virtual communities of practice provide, in addition to examining their characteristics and good practices in three different contexts, as a means of ensuring the disclosure of the same: educational, professional and civil society. The methodology selected for our research involved the use of a qualitative approach and multiple case studies. Data collection initially consisted of observing the operations of the seven communities followed by semi-directive interviews and an online questionnaire completed by the members of all the communities under analysis. The analysis conducted revealed that of the seven communities in question, only the community classified in an educational context and the two communities classified in a professional context were actually virtual communities of practice. Furthermore, we ascertained the existence of networks rather than virtual communities of practice in relation to the context of civil society. The analysis of the case studies revealed that the creation and proliferation of a virtual community of practice – identified in the educational and professional context – is dependent on the express will of a series of individuals who see eye to eye, and with a domain regarded as relevant in an environment with no explicit hierarchy, neither protected nor protective, and with no excessive structuring. The answer to the doubt specified as the sharing of experiences becomes vital in relation to supplying these communities. We also ascertained that the following specific factors need to taken into consideration to ensure a virtual community of practice is dynamic and will proliferate: (a) rejection of control; (b) democracy; (c) horizontal and shared leadership; (d) moderate structuring; (e) technology which facilitates interaction and dynamic activity; (f) prior acquaintance between some of the members. Finally, we determined the importance of virtual communities of practice consisting of pairs, beyond corporate or tutelary control, but rather as informal organizational bodies. As such, it is these communities which ensure the issues and activities inherent to each professional career are shared and discussed.
Descrição: Tese de Doutoramento em Educação na especialidade de Educação a Distância e Elearning apresentada à Universidade Aberta
URI: http://hdl.handle.net/10400.2/2944
Aparece nas colecções:Educação a Distância e Elearning / Distance Education and Elearning

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