Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.2/2934
Título: A autoavaliação como instrumento de regulação da aprendizagem
Autor: Vieira, Isabel Maria Antunes
Orientador: Amante, Lúcia
Palavras-chave: Autoavaliação
Supervisão
Aprendizagem
Cognição
Autonomia
Alunos
Análise de dados
Análise qualitativa
Estudo de casos
Learning assessment
Self-assessment
Self-regulation
Teaching and learning
Pedagogical supervision
Data de Defesa: 2013
Citação: Vieira, Isabel Maria Antunes - A autoavaliação como instrumento de regulação da aprendizagem [Em linha]. Lisboa : [s.n.], 2013. 161 p.
Resumo: Por ser uma componente indissociável do processo de ensino e aprendizagem, a avaliação das aprendizagens dos alunos, e a forma como é implementada, decorre do desenvolvimento de todo o processo. Várias investigações têm apontado para a discrepância entre a legislação e a sua implementação, mas também para algum distanciamento entre as conceções e as práticas dos professores, na avaliação das aprendizagens dos seus alunos, principalmente no que respeita à avaliação formativa ou avaliação para a aprendizagem. Por já conhecermos o trabalho da professora de inglês e a importância que atribui à autoavaliação e à autorregulação, pareceu-nos importante perceber como os alunos percecionavam esta forma de trabalhar e se a mesma se traduzia em aprendizagens e, para tal, recorremos à observação participante, ao longo do ano letivo, e à realização de entrevistas semiestruturadas com grupos focais. Ao realizar uma investigação de natureza qualitativa, com um estudo de caso na aula de inglês de uma turma do ensino secundário, pretendemos perceber se é possível ultrapassar as dificuldades e conseguir promover aprendizagens nos alunos, a partir do desenvolvimento, sustentado na autoavaliação, da sua capacidade de regular as próprias aprendizagens. Sem pretender generalizar os resultados alcançados, verificámos que é possível ultrapassar as várias dificuldades identificadas em tantas investigações e trabalhar diariamente promovendo aprendizagens com sentido, pois ao ensinar o aluno a autoavaliar-se o professor tem como objetivo que ele aprenda a analisar o seu trabalho, desenvolvendo o sentido crítico e a autonomia, e com elas a autorregulação. Mais do que consumidores, os alunos devem ser os criadores, assumindo a liderança na construção das suas aprendizagens. Ao professor cabe a tremenda responsabilidade de orientar o caminho a seguir, na direção apropriada, nunca esquecendo que a vivência escolar molda a vida dos alunos. Cabe ao professor, com as suas práticas e a sua regulação, orientar o aluno no desenvolvimento da capacidade de autoavaliação. E é a partir desta autoavaliação, com os devidos ajustamentos, que o aluno regula o seu processo de aprendizagem, tornando-o mais significativo.
Due to its major importance on the teaching-learning process, students’ assessment, and the way it is implemented, is a key factor on the whole process. Several investigations have not only pointed out the discrepancy between legislation and its implementation, but also to some gaps between teachers’ conceptions and practices in assessing their students' learning, especially when it comes to formative assessment or assessment for learning. Because we already knew the English teacher’s work and the importance she gives to self-assessment and self-regulation practices, it seemed very important to understand how students perceived these same practices and if they really had impact on students’ outcomes. To do this, we used participant observation, throughout the school year, and conducted semi-structured interviews with focus groups. By doing a qualitative research, using a case study in a secondary English class, we are focused on understanding how difficulties are overcome and if it is, thus, possible to successfully promote learning in students, bearing in mind the sustainable development of students’ self-assessment and ability to regulate their own learning. Without wishing to generalize the results, we found that it is possible to overcome the many difficulties identified in a large number of investigations and work on a daily basis, thus promoting learning, because when teaching students’ self-assessment, the teacher aims to help them learn to analyze their work, developing a critical sense and autonomy together with self-regulation. More than consumers, students should be the creators, taking the lead in the construction of their learning. It is the teacher’s tremendous responsibility to guide the way forward, in the appropriate direction, never forgetting that school experience shapes students’ lives. It is up to the teacher’s practices and regulation, to guide the students’ ability for self-assessment. Based on this self-assessment, with appropriate adjustments, students can take control of their learning process, making it more meaningful.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Supervisão Pedagógica apresentada à Universidade Aberta
URI: http://hdl.handle.net/10400.2/2934
Aparece nas colecções:Mestrado em Supervisão Pedagógica / Master's Degree in Pedagogical Supervision - TMSP

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